- A Polícia Civil prendeu doze homens e apreendeu dois menores em uma operação na zona sul de São Paulo, especificamente no bairro Sacomã, na madrugada de oito de setembro.
- O grupo é acusado de realizar roubos em residências, utilizando clonagem de controles remotos para acessar condomínios.
- As investigações começaram em junho e revelaram que o grupo tinha um “chefe” que coordenava as ações por meio de chamadas em grupo.
- Em um dos roubos, dois homens invadiram um prédio na Alameda dos Anapurus, rendendo um morador de sessenta e três anos e seu pai, um idoso de noventa e cinco anos.
- O caso foi registrado como organização criminosa e posse ilegal de arma de fogo, e as investigações continuam para identificar mais vítimas e envolvidos.
A criminalidade na zona sul de São Paulo, especialmente em Moema, tem gerado preocupações. Recentemente, a Polícia Civil prendeu 12 homens e apreendeu 2 menores de uma quadrilha que realizava roubos em residências, utilizando a clonagem de controles remotos para acessar condomínios.
As prisões ocorreram na madrugada de 8 de setembro, em uma operação no bairro Sacomã, após uma investigação que começou em junho. O grupo era organizado, com um “chefe” que determinava as vítimas e coordenava as ações por meio de chamadas em grupo. Os suspeitos, com idades entre 18 e 35 anos, foram encontrados em um imóvel onde também estavam 13 pessoas.
Modus Operandi
A quadrilha é suspeita de estar envolvida em diversos roubos na região de Moema. Os criminosos clonavam controles remotos para entrar em prédios e residências. Em um dos casos, dois homens invadiram um prédio na Alameda dos Anapurus, rendendo um morador de 63 anos e seu pai, um idoso de 95 anos. Em outra ação, cerca de 15 assaltantes armados invadiram um condomínio, utilizando um controle clonado para acessar o local.
Os investigadores descobriram que cada membro do grupo tinha uma função específica, desde a escolha das vítimas até o armazenamento dos itens roubados. Os objetos eram posteriormente vendidos a receptadores, com os lucros divididos entre os integrantes.
Continuação das Investigações
A Polícia Civil registrou o caso como organização criminosa e posse ilegal de arma de fogo. As investigações seguem para identificar mais vítimas e possíveis novos envolvidos. A Secretaria da Segurança Pública afirmou que todos os casos relacionados estão sendo apurados, em um esforço para combater a crescente criminalidade na região.
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