- Carla Zambelli, deputada federal licenciada, foi presa em Roma no dia 29 de setembro após quase dois meses foragida na Itália.
- Seu marido, Antônio Aginaldo, ex-comandante da Força Nacional, se afastou do cargo para acompanhá-la, mas atualmente está em Israel sem previsão de retorno ao Brasil.
- Aginaldo teve suas contas bloqueadas por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o que gerou indignação devido ao impacto em sua aposentadoria e salário.
- Zambelli aguarda uma audiência na Justiça italiana para discutir sua saúde e a possibilidade de prisão domiciliar, com uma nova audiência marcada para esta quarta-feira.
- Ela está detida no presídio feminino Rebibbia, que está acima da capacidade, enquanto o processo de extradição pode levar de um a dois anos.
Carla Zambelli, deputada federal licenciada, foi presa em Roma no dia 29 de setembro, após quase dois meses foragida na Itália. Seu marido, Antônio Aginaldo, ex-comandante da Força Nacional, se afastou de seu cargo para acompanhá-la, mas atualmente está em Israel sem previsão de retorno ao Brasil.
Aginaldo enfrentou uma situação complicada ao chegar a Israel, onde teve suas contas bloqueadas por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF. O advogado do casal, Fábio Pagnozzi, informou que Aginaldo ficou indignado com a decisão, que afetou sua aposentadoria e salário de policial militar. “Ele está assustado e indignado com a situação”, afirmou Pagnozzi.
Enquanto isso, Zambelli aguarda uma audiência na Justiça italiana para discutir sua saúde e a possibilidade de prisão domiciliar. A defesa da deputada argumenta que ela não representa risco de fuga, já que confia na Justiça italiana. Uma nova audiência está marcada para esta quarta-feira, quando um perito será nomeado para avaliar sua condição de saúde.
Zambelli foi detida em um apartamento em Roma e está atualmente no presídio feminino Rebibbia, que abriga mais mulheres do que sua capacidade. A Corte de Apelação de Roma decidiu que ela permanecerá presa durante o processo de extradição, que pode levar de um a dois anos para ser concluído.
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