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PSOL critica Tarcísio por apoio a Trump e contradições sobre pichação de estátuas

Deputado critica governador por ironizar condenação de Débora Santos e aponta hipocrisia nas declarações sobre patrimônio público

Débora Santos foi identificada ao pichar estátua na praça dos Três Poderes no dia 8 de janeiro (Foto: Gabriela Biló - 8.jan.23/Folhapress)
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  • Débora Santos foi condenada a 14 anos de prisão por pichar a estátua “A Justiça” em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) em janeiro de 2023.
  • O deputado Guilherme Cortez, do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), criticou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, por ironizar a condenação.
  • Cortez apontou contradições nas declarações de Tarcísio, que desdenhou da punição enquanto o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu penas severas para vandalismo de estátuas.
  • O deputado acusou Tarcísio de ser um “bajulador” de Trump e destacou a hipocrisia nas defesas de patrimônio público.
  • A condenação de Débora gerou um debate sobre a proteção do patrimônio público e as consequências legais para atos de vandalismo.

Débora Santos, condenada a 14 anos de prisão por pichar a estátua “A Justiça” em frente ao STF, voltou a ser tema de polêmica. O deputado Guilherme Cortez, líder do PSOL na Alesp, criticou o governador Tarcísio de Freitas por ironizar a punição imposta à cabeleireira.

Cortez destacou a contradição nas declarações de Tarcísio, que, após o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que quem danificar uma estátua em Washington pode enfrentar até dez anos de prisão, fez comentários desdenhosos sobre a condenação de Débora. “O governo Trump diz que quem danificar estátua ou patrimônio público em Washington pode pegar até dez anos de prisão. Em São Paulo, Tarcísio critica o STF por punir a mulher que pichou ‘perdeu, Mané’ na praça dos Três Poderes. Lamentável”, afirmou Cortez.

O deputado também acusou o governador de ser um “bajulador” de Trump, ressaltando que a hipocrisia e contradições são características do bolsonarismo. Para ele, a defesa da democracia e dos direitos humanos só é válida quando convém aos interesses políticos. A condenação de Débora Santos gerou um debate acalorado sobre a proteção do patrimônio público e as consequências legais para atos de vandalismo.

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