- O Corinthians enfrenta uma grave crise política e financeira, com dívidas bilionárias e um recente impeachment do presidente Augusto Melo.
- O clube recebeu um transfer ban da Fifa devido a dívidas com o Santos Laguna pela contratação do zagueiro Félix Torres, totalizando R$ 33,12 milhões, sendo que apenas a primeira parcela foi paga.
- Além dessa dívida, o Corinthians acumula mais de R$ 70 milhões em outras ações na Fifa, relacionadas a jogadores como Matías Rojas, Maycon e Rodrigo Garro.
- O clube está impedido de registrar novos jogadores por três janelas de transferência, podendo enfrentar novas restrições até o final de 2026 se não quitar a dívida com o Santos.
- A soma total das dívidas pode chegar a R$ 92,8 milhões, dependendo das decisões da Corte Arbitral do Esporte.
O Corinthians enfrenta uma crise política e financeira severa, marcada por dívidas bilionárias e um recente impeachment de seu presidente, Augusto Melo. A situação se agrava com a imposição de um transfer ban pela Fifa, resultante de dívidas com o Santos Laguna pela contratação do zagueiro Félix Torres. O clube deve R$ 33,12 milhões aos mexicanos, mas apenas a primeira parcela foi paga.
Além da dívida com o Santos, o Corinthians acumula mais de R$ 70 milhões em outras três ações na Fifa, relacionadas a jogadores como Matías Rojas, Maycon e Rodrigo Garro. A reincidência em dívidas pode resultar em punições mais severas, conforme a Fifa, que considera a situação uma “circunstância agravante”.
Atualmente, o clube está impedido de registrar novos jogadores por três janelas de transferência, incluindo a que se estende até setembro. Caso não consiga quitar a dívida com o Santos, o Corinthians poderá enfrentar novas restrições até o final de 2026. A situação é crítica, pois a soma total das dívidas pode chegar a R$ 92,8 milhões, dependendo das decisões da Corte Arbitral do Esporte (CAS).
O transfer ban é uma realidade que atinge não apenas o Corinthians, mas também outros clubes brasileiros, como Paysandu, Ipatinga, Colorado Atlético Clube e Real Brasília. A Fifa contabiliza mais de 900 clubes globalmente sob essa punição, refletindo um problema crescente no futebol mundial.
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