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Israel realiza 600 ataques no Líbano e elimina 240 supostos membros do Hezbollah

Israel intensifica ataques aéreos no Líbano, mirando Hezbollah e buscando desmantelar suas operações de rearmamento na região

Irã denuncia sanções unilaterais e busca resposta coletiva de países sancionados (Foto: Reprodução)
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  • O chefe do Estado-Maior de Israel, Eyal Zamir, informou que as Forças de Defesa de Israel (FDI) realizaram 600 ataques aéreos no Líbano desde o cessar-fogo em 27 de novembro de 2024.
  • Os ataques resultaram na morte de 240 supostos membros do Hezbollah.
  • Zamir destacou que a nova estratégia israelense é “proativa”, permitindo ataques em países vizinhos ao detectar ameaças.
  • O Hezbollah tem tentado reconstruir suas infraestruturas no Líbano, e os bombardeios visam evitar o rearmamento do grupo.
  • Desde o início do conflito em 7 de outubro de 2024, mais de 3,8 mil pessoas morreram no Líbano, e 78 mortes foram registradas em Israel devido a ataques do Hezbollah.

O chefe do Estado-Maior de Israel, Eyal Zamir, anunciou que as Forças de Defesa de Israel (FDI) realizaram 600 ataques aéreos no Líbano desde o cessar-fogo em 27 de novembro de 2024, resultando na morte de 240 supostos membros do Hezbollah. Zamir destacou que os resultados são “sem precedentes”, enfatizando a eficácia das operações israelenses.

Durante uma visita a uma posição militar no sul do Líbano, Zamir afirmou que a nova estratégia israelense é “proativa”, permitindo ataques em países vizinhos ao detectar ameaças. Os alvos das FDI foram identificados como milicianos do Hezbollah, que estariam tentando reconstruir suas infraestruturas no Líbano. O chefe militar justificou os bombardeios como uma medida para evitar o rearmamento do grupo.

Desde o início do conflito em 7 de outubro de 2024, a fronteira entre Israel e Líbano tem sido marcada por intensos combates, com o Hezbollah atacando Israel em apoio à Gaza. O cessar-fogo, que entrou em vigor em novembro, foi estabelecido após uma escalada significativa de bombardeios israelenses. Até então, mais de 3,8 mil pessoas haviam morrido no Líbano, a maioria durante os ataques de setembro, enquanto os projéteis do Hezbollah resultaram em 78 mortes em território israelense.

Zamir também mencionou que Israel continua suas operações em outras regiões, incluindo Síria, Iémen e Cisjordânia, e está atento aos acontecimentos no Irã. A presença militar israelense no Líbano é justificada como parte de uma estratégia de segurança nacional, com o objetivo de garantir a proteção do país diante de ameaças percebidas.

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