- Carlos Alberto Treviño Medina, ex-diretor da Petróleos Mexicanos (Pemex), foi detido nos Estados Unidos.
- Ele será deportado ao México para enfrentar um julgamento por corrupção.
- Treviño é acusado de ter recebido 4 milhões de pesos em propinas da empreiteira brasileira Odebrecht.
- A presidente Claudia Sheinbaum confirmou a deportação e destacou a importância da ação no combate à corrupção.
- A detenção é resultado de um mandado de prisão existente desde 2021 e de uma solicitação de extraditação feita há cinco anos.
Carlos Alberto Treviño Medina, ex-diretor da Petróleos Mexicanos (Pemex), foi detido nos Estados Unidos e será deportado ao México para enfrentar um processo judicial por corrupção. A informação foi confirmada pela presidente Claudia Sheinbaum em coletiva de imprensa. Treviño é acusado de ter recebido 4 milhões de pesos em propinas para favorecer a empreiteira brasileira Odebrecht.
A detenção ocorreu em Dallas, onde Treviño estava sob custódia do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE). A presidente Sheinbaum destacou que a deportação é um passo significativo no combate à corrupção no país. A prisão do ex-diretor é resultado de uma solicitação de extraditação feita há cerca de cinco anos, em resposta a um mandado de prisão que já existia desde 2021.
Acusações e Contexto
Treviño enfrenta acusações de associação criminosa e lavagem de dinheiro relacionadas ao escândalo da Odebrecht. As investigações foram impulsionadas pelas declarações de Emilio Lozoya Austin, seu antecessor na direção da Pemex. A Procuradoria-Geral da República (FGR) informou que Treviño estava entre os alertas de corrupção e sua prisão reflete o andamento das investigações.
A presidente afirmou que Treviño será transferido ao México nos próximos dias para dar continuidade ao processo judicial. A FGR deve compartilhar mais informações sobre o caso em breve. A Pemex, que enfrenta uma dívida de quase US$ 100 bilhões, está em busca de aumentar sua produção e recentemente apresentou um plano de resgate para a estatal.
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