Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ministro do Trabalho descarta volta do imposto sindical e apoia contribuição negocial

Ministro Luiz Marinho propõe nova contribuição negocial para sustentar sindicatos após extinção do imposto sindical em 2017

Moraes pede para Zanin marcar julgamento de ação em que Bolsonaro é réu (Foto: Reprodução)
0:00
Carregando...
0:00
  • O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que o imposto sindical não será reestabelecido.
  • Ele destacou que a extinção do imposto em 2017 causou um desmonte na estrutura dos sindicatos, que enfrentam dificuldades financeiras.
  • Marinho propôs uma nova contribuição negocial, que deve ser aprovada pela categoria e baseada na prestação de serviços.
  • O ministro enfatizou a importância de discutir alternativas para a sustentabilidade dos sindicatos no Congresso Nacional.
  • Ele alertou sobre a necessidade de tratar a recusa individual à contribuição com cautela, defendendo que a decisão coletiva deve prevalecer.

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou nesta quinta-feira, 14, que o imposto sindical não será reestabelecido. Em entrevista ao programa Macro em Pauta, da EXAME, ele enfatizou que a extinção desse imposto, ocorrida em 2017, resultou em um desmonte na estrutura de sustentação dos sindicatos, que enfrentam dificuldades financeiras.

Marinho, que defende o fim do imposto desde 2005, propôs uma nova contribuição negocial como alternativa. Ele explicou que essa contribuição deve ser baseada na prestação de serviços, onde a categoria aprova uma taxa mínima. “Se não houver aprovação, não há contribuição”, destacou o ministro, sugerindo um modelo de “taxa de sucesso”.

Discussões no Congresso

O ministro também mencionou que é essencial que o Congresso Nacional discuta alternativas para a sustentabilidade dos sindicatos. Ele revelou que as centrais sindicais estão em diálogo com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre a questão. Marinho ressaltou a fragilidade atual dos sindicatos e a necessidade de recomposição de suas estruturas.

Além disso, ele alertou que a recusa individual à contribuição deve ser tratada com cautela. “Em um projeto participativo, a decisão coletiva deve prevalecer”, afirmou, comparando a situação a um condomínio, onde não se pode recusar o pagamento de uma cota por discordância. Essa abordagem visa garantir a viabilidade das entidades sindicais em um cenário de mudanças.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais