- O ex-presidente Jair Bolsonaro foi autorizado a sair da prisão domiciliar para realizar exames médicos em Brasília.
- A autorização foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e ocorrerá no próximo sábado, dia 16.
- Bolsonaro deve permanecer entre seis e oito horas no Hospital DF Star e precisa apresentar um atestado de comparecimento em até 48 horas.
- Ele será monitorado por uma tornozeleira eletrônica e poderá receber visitas de políticos, como o senador Rogério Marinho e o deputado Altineu Côrtes.
- Bolsonaro está sob prisão domiciliar desde agosto, acusado de burlar restrições de uso de redes sociais, e é investigado em um inquérito que envolve seu filho, Eduardo Bolsonaro.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a sair da prisão domiciliar para realizar exames médicos em Brasília. A autorização foi concedida após um pedido da defesa e ocorrerá no próximo sábado, dia 16.
Durante a visita ao Hospital DF Star, Bolsonaro deverá permanecer entre seis e oito horas. Ele é obrigado a apresentar um atestado de comparecimento em até 48 horas, detalhando os procedimentos realizados. A defesa do ex-presidente informou que ele enfrenta problemas de saúde, incluindo refluxo e soluços refratários, e passará por diversos exames, como sangue, urina, endoscopia e tomografia.
Monitoramento e Visitas
Enquanto estiver fora de casa, Bolsonaro será monitorado por uma tornozeleira eletrônica. O ministro Moraes determinou que a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal acompanhe o deslocamento do ex-presidente. Além disso, ele poderá receber visitas de alguns políticos, incluindo o senador Rogério Marinho e o deputado Altineu Côrtes.
Bolsonaro está sob prisão domiciliar desde agosto, após ser acusado de burlar restrições de uso de redes sociais. As medidas foram tomadas em um inquérito que investiga seu filho, Eduardo Bolsonaro, por supostas ações que visavam retaliações contra o governo brasileiro e ministros do STF. Eduardo, que pediu licença do mandato e se mudou para os Estados Unidos, é investigado por receber recursos do pai para sua estadia no exterior.
O ex-presidente também é réu em uma ação penal relacionada a uma suposta trama golpista, cujo julgamento está previsto para ocorrer em setembro.
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