- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a prisão de Diego Dias Ventura em 12 de setembro de 2025.
- A decisão ocorreu após o rompimento da tornozeleira eletrônica de Diego, que estava desligada desde 2 de julho de 2025.
- Diego Ventura foi condenado a 14 anos de prisão por sua participação nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e respondia ao processo em liberdade.
- A Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro confirmou que o rompimento do dispositivo foi registrado desde 1º de julho de 2025.
- A Procuradoria-Geral da República acusou Diego de coordenar a logística do acampamento golpista, enquanto sua defesa alegou que ele participou de uma manifestação pacífica.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão de Diego Dias Ventura, um dos líderes do acampamento golpista em Brasília, após o rompimento de sua tornozeleira eletrônica. A decisão foi tomada em 12 de setembro de 2025, quando foi confirmado que o dispositivo estava desligado desde 2 de julho de 2025.
Diego Ventura, condenado a 14 anos de prisão por sua participação nos atos de 8 de janeiro de 2023, estava respondendo ao processo em liberdade. A Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro informou que a tornozeleira eletrônica teve a bateria esgotada e que o rompimento do dispositivo foi registrado desde 1º de julho de 2025.
Acusações e Defesa
Durante as investigações, a Procuradoria-Geral da República (PGR) acusou Diego de coordenar a logística do acampamento e de participar ativamente dos atos golpistas na Praça dos Três Poderes. Em sua defesa, os advogados alegaram que ele apenas participou de uma “manifestação pacífica” e não tinha envolvimento com a violência cometida por outros manifestantes.
A decisão de Moraes reflete a gravidade das ações de Diego e a necessidade de garantir que ele cumpra a pena imposta pelo STF. A prisão foi considerada uma medida necessária diante do risco de fuga e da violação das condições de liberdade.
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