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Obra habitacional do MTST em São Paulo enfrenta atrasos prometidos por Lula e Boulos

Atrasos nas obras do projeto Copa do Povo comprometem entrega das moradias, com previsão para o Copa B apenas em 2026

Lula e Boulos posam para foto durante evento em Itaquera, em São Paulo (Foto: Bruno Santos - 16.dez.23/Folhapress)
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  • O projeto Copa do Povo, parte do programa Minha Casa Minha Vida, enfrenta atrasos significativos em Itaquera, São Paulo.
  • Vinte meses após o lançamento, apenas 28% do módulo Copa B foi concluído.
  • O módulo Copa A, com 2.002 unidades, ainda está em negociação com construtoras.
  • A Caixa Econômica Federal informou que a entrega do Copa B está prevista para o primeiro semestre de 2026.
  • A construtora do Copa A entrou em falência, complicando ainda mais a situação do projeto.

Vinte meses após o lançamento do projeto Copa do Povo, parte do programa Minha Casa Minha Vida, as obras em Itaquera, São Paulo, enfrentam atrasos significativos. Anunciado em 2021 pelo presidente Lula e pelo líder do MTST, Guilherme Boulos, o empreendimento deveria estar concluído até o final de 2023, mas apenas 28% do módulo Copa B foi finalizado até agora.

O projeto é dividido em dois módulos: o Copa A, com 2.002 unidades, e o Copa B, que conta com 648 apartamentos. A Caixa Econômica Federal, responsável pelo financiamento, informa que o Copa A ainda está em negociação com construtoras, enquanto o Copa B está com obras em andamento, mas com prazos revistos. O MTST, por sua vez, garante que a entrega do Copa B ocorrerá até o primeiro semestre de 2026.

Situação Atual das Obras

O cronograma inicial previa a conclusão das obras em 24 meses, mas esse prazo não será cumprido. O MTST enviou imagens de prédios em construção, embora ainda necessitem de acabamentos. A situação do Copa A é mais complexa, pois a construtora responsável entrou em processo de falência, afetando também outros projetos na região.

A Caixa Econômica Federal e o Ministério das Cidades não forneceram uma nova previsão para o lançamento do Copa A. O projeto, que começou como uma resposta a problemas habitacionais, agora enfrenta desafios que podem atrasar ainda mais a entrega das moradias prometidas.

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