- O ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, apoiou o pastor Silas Malafaia após sua inclusão em um inquérito da Polícia Federal.
- O inquérito investiga ações contra autoridades, incluindo Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro, e apura tentativas de golpe e sanções internacionais.
- Mendonça, que é pastor presbiteriano, alertou colegas sobre o aumento da tensão entre o STF e a comunidade evangélica.
- O pastor Malafaia criticou o relator do caso, Alexandre de Moraes, chamando-o de “ditador” e “criminoso por rasgar a Constituição”.
- A inclusão de Malafaia no inquérito gera preocupações sobre a polarização política e a reação da comunidade evangélica, que é uma parte significativa do eleitorado brasileiro.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça manifestou apoio ao pastor Silas Malafaia, após sua inclusão no inquérito da Polícia Federal que investiga ações contra autoridades, incluindo Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro. O inquérito, que apura tentativas de golpe e sanções internacionais, foi aberto em maio e tem gerado tensões entre a corte e a massa evangélica.
Mendonça, que é pastor presbiteriano, procurou colegas do STF, como o decano Gilmar Mendes, para discutir as implicações da inclusão de Malafaia na investigação. Ele alertou que essa ação pode intensificar o clima de conflito entre a corte e a comunidade evangélica. O ministro também conversou com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, buscando pacificar os ânimos.
Malafaia, por sua vez, criticou o relator do caso, Alexandre de Moraes, chamando-o de “ditador” e “criminoso por rasgar a Constituição”. O pastor afirmou que não teme represálias e comparou a situação atual no Brasil a perseguições religiosas em outros países, destacando que o Brasil possui uma população majoritariamente cristã.
A inclusão de Malafaia no inquérito levanta preocupações sobre a polarização política e a possibilidade de uma reação da comunidade evangélica, que representa uma parte significativa do eleitorado brasileiro. Mendonça e Motta tentam, assim, evitar um agravamento da situação, em um momento já delicado para a relação entre o STF e setores da sociedade.
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