- O Paraguai e os Estados Unidos assinaram um acordo em Washington sobre migração irregular e segurança pública.
- O ministro de Relações Exteriores do Paraguai, Rubén Ramírez Lezcano, e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, foram os signatários.
- O acordo inclui a criação de um centro antiterrorista com apoio do FBI.
- O ministro do Interior do Paraguai, Enrique Riera, anunciou que o centro será instalado na Tríplice Fronteira e contará com policiais paraguaios treinados pelo FBI.
- A colaboração visa fortalecer a segurança na região e melhorar os processos de análise de pedidos de asilo.
O Paraguai e os Estados Unidos firmaram um novo acordo em Washington, com foco em migração irregular e segurança pública. O ministro de Relações Exteriores paraguaio, Rubén Ramírez Lezcano, e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, assinaram o memorando que também prevê a criação de um centro antiterrorista com apoio do FBI.
O acordo visa estabelecer processos adequados para análise de pedidos de proteção e asilo, além de intensificar a cooperação na segurança. Rubio destacou que a parceria é um passo importante para enfrentar os desafios de segurança nacional que ambos os países enfrentam. “Estamos formalizando nossa cooperação no combate à imigração irregular”, afirmou.
Centro Antiterrorista
Durante a reunião, o ministro do Interior do Paraguai, Enrique Riera, anunciou a instalação de um centro antiterrorista na Tríplice Fronteira. O centro contará com 15 policiais paraguaios treinados pelo FBI e terá como foco o combate ao terrorismo e a organizações criminosas. Riera enfatizou que o Paraguai declarou o Hezbollah como uma organização terrorista, ressaltando a interconexão entre terrorismo e crime organizado.
O subsecretário de Segurança Nacional dos EUA, Troy Edgar, elogiou o Paraguai como um “grande aliado” na segurança fronteiriça. Ele afirmou que o novo acordo é um avanço significativo para garantir processos adequados na análise de pedidos de asilo, contribuindo para a segurança nacional. A colaboração entre os países é vista como uma resposta a desafios emergentes na região, especialmente na Tríplice Fronteira, conhecida por suas atividades ilícitas.
Entre na conversa da comunidade