- Hytalo Santos e Israel Natan Vicente, influenciadores digitais, foram presos em Carapicuíba, São Paulo, na manhã de quinze de agosto.
- A prisão ocorreu enquanto tentavam fugir do Brasil, após investigações sobre exploração de menores.
- Oito celulares e um veículo de luxo foram apreendidos na operação.
- A defesa alega que o casal estava em São Paulo a trabalho e planeja impetrar habeas corpus.
- A audiência de custódia está marcada para dezesseis de agosto, e, se a prisão for mantida, eles serão transferidos para o Centro de Detenção Provisória de Carapicuíba.
Hytalo Santos e Israel Natan Vicente, influenciadores digitais, foram presos em Carapicuíba, SP, na manhã desta sexta-feira, 15, enquanto tentavam fugir do Brasil. A prisão ocorreu após investigações sobre exploração de menores, com mandados de busca expedidos pela Justiça da Paraíba.
O casal foi encontrado em uma residência na Grande São Paulo, onde a polícia apreendeu oito celulares e um veículo de luxo, uma Land Rover registrada na Paraíba. Segundo o delegado Fernando Davi, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), eles estavam em rota de fuga, possivelmente em direção ao Sul do país.
A defesa de Hytalo e Israel, representada pelo advogado Felipe Cassimiro, afirma que os influenciadores estavam em São Paulo a trabalho há mais de um mês. Cassimiro declarou que o casal não estava tentando se esconder e que possui provas para corroborar sua versão. Durante a abordagem, não houve resistência à prisão.
Na casa onde foram detidos, além do casal, estavam oito pessoas, incluindo assessores e familiares, que não são alvos da investigação. Hytalo e Israel permaneceram em silêncio durante o interrogatório e foram submetidos a exame de corpo de delito. A audiência de custódia está marcada para este sábado, 16, e, caso a prisão seja mantida, eles serão transferidos para o Centro de Detenção Provisória de Carapicuíba.
As investigações começaram após denúncias sobre a “adultização” de crianças e adolescentes nos conteúdos produzidos por Hytalo. O Ministério Público da Paraíba ressaltou que a apuração está sendo conduzida com rigor, apesar de vazamentos de informações que podem ter comprometido a segurança das vítimas.
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