- O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, criticou a exigência de licitação para obras públicas.
- Ele afirmou que esse processo atrasa projetos e dificulta a contratação de empresas confiáveis.
- Em entrevista ao Flow Podcast, Zema destacou que a burocracia judicial compromete a execução de obras essenciais, como recuperação de estradas e construção de pontes.
- O governador comparou a contratação de serviços no setor público e privado, defendendo maior liberdade na escolha de empresas.
- Zema também abordou a administração de hospitais estaduais, defendendo o modelo de Organizações Sociais, que enfrenta dificuldades na implementação devido à gestão pública.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, criticou a exigência de licitação para obras públicas, afirmando que esse processo atrasa projetos e dificulta a contratação de empresas confiáveis. Em entrevista ao Flow Podcast, Zema destacou que a burocracia gerada por questionamentos judiciais compromete a execução de obras essenciais, como a recuperação de estradas e a construção de pontes.
Zema, que está em seu segundo mandato desde 2019 e planeja lançar sua candidatura à presidência, comparou a contratação de serviços no setor público e privado. Ele argumentou que, enquanto um cidadão pode escolher livremente quem contratar para reformas em sua casa, no governo essa liberdade é limitada. “Se eu escolho uma empresa confiável, vão dizer que estou direcionando para ela,” explicou.
Além das críticas às licitações, o governador também abordou a administração de hospitais estaduais. Para ele, o modelo de Organizações Sociais (OSs) seria o mais adequado, mas a gestão pública complica a implementação desse formato. Zema, que foi reeleito em 2022 com 56% dos votos, continua a defender mudanças que, segundo ele, poderiam facilitar a gestão pública e melhorar os serviços prestados à população.
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