- O candidato à presidência pelo Movimento ao Socialismo (MAS), Eduardo del Castillo, afirmou que seu partido é a melhor opção nas eleições gerais da Bolívia, realizadas neste domingo.
- Durante sua votação em Santa Cruz, ele destacou a importância do voto livre e sem pressões.
- Del Castillo enfrenta desafios nas pesquisas e o MAS pode perder seu registro se não alcançar 3% dos votos.
- Mais de 7,5 milhões de eleitores estão convocados a votar, com o voto sendo obrigatório.
- O Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) proibiu a entrada de celulares nas urnas devido a denúncias de coerção a funcionários públicos.
O candidato à presidência pela Movimento ao Socialismo (MAS), Eduardo del Castillo, afirmou que seu partido é a melhor opção nas eleições gerais da Bolívia, realizadas neste domingo. Durante sua votação em Santa Cruz, Del Castillo destacou a importância do voto livre, sem pressões, e enfatizou que a população deve escolher a opção que considera mais adequada.
Del Castillo, que enfrenta desafios nas pesquisas eleitorais, ressaltou a necessidade de superar a crise econômica sem prejudicar os mais pobres. Ele pediu uma jornada eleitoral tranquila e pacífica, afirmando que a solução para os problemas do país não deve envolver bloqueios ou violência. O candidato está em uma posição delicada, pois o MAS pode perder seu registro legal se não alcançar 3% dos votos.
Contexto Eleitoral
Mais de 7,5 milhões de eleitores estão convocados a votar para escolher o presidente, o vice-presidente e os parlamentares. O voto é obrigatório na Bolívia, e os cidadãos recebem um certificado de sufrágio após a votação, necessário para trâmites em instituições públicas e bancárias nos 90 dias seguintes.
O Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) alertou sobre a proibição de levar celulares às urnas, após denúncias de coerção a funcionários públicos para que votassem em candidatos específicos, sob ameaça de demissão. As urnas abriram às 8h e fecharão às 16h (horário local), com os primeiros resultados preliminares sendo divulgados às 21h.
Observação Internacional
A eleição conta com a presença de 14 missões internacionais de observação, incluindo a União Europeia e a Organização dos Estados Americanos. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa obter mais de 50% dos votos ou 40% com uma diferença de pelo menos dez pontos em relação ao segundo colocado, conforme a legislação eleitoral.
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