- Gene Simmons e Paul Stanley, co-fundadores da banda Kiss, mudaram suas opiniões sobre Donald Trump ao longo dos anos.
- Simmons, que participou do programa Celebrity Apprentice em 2008, inicialmente previu a vitória de Trump em 2016, mas agora critica sua influência no aumento do racismo e das teorias da conspiração.
- Stanley tem sido mais crítico, chamando as ações de Trump após as eleições de 2020 de “abomináveis” e comparando seu comportamento ao de máfia.
- Após o ataque ao Capitólio em janeiro de 2021, Stanley descreveu os envolvidos como “terroristas” e responsabilizou Trump pela incitação à violência.
- Ambos os músicos, que serão homenageados no Kennedy Center Honors, destacam a necessidade de diálogo em meio à polarização política.
Gene Simmons e Paul Stanley, co-fundadores da banda Kiss, têm uma trajetória de opiniões divergentes sobre Donald Trump, especialmente após os eventos que marcaram sua presidência. Recentemente, ambos comentaram sobre a polarização política exacerbada por Trump, com Stanley criticando suas ações e Simmons reconhecendo uma mudança em sua percepção sobre o ex-presidente.
Simmons, que participou do programa Celebrity Apprentice em 2008, inicialmente previu a vitória de Trump em 2016, descrevendo-o como um “animal político” autêntico. No entanto, sua visão evoluiu ao longo dos anos. Em 2022, ele afirmou que Trump contribuiu para a ascensão do racismo e das teorias da conspiração, afirmando que “todos os insetos rastejantes subiram à superfície” durante sua administração.
Por outro lado, Stanley tem sido mais crítico. Ele condenou a tentativa de Trump de reverter os resultados das eleições de 2020, chamando suas ações de “abomináveis” e comparando-as a comportamento de máfia. Após o ataque ao Capitólio em janeiro de 2021, Stanley descreveu os envolvidos como “terroristas” e responsabilizou Trump por incitar a violência.
Ambos os músicos, que serão homenageados no Kennedy Center Honors, têm se distanciado do ex-presidente. Enquanto Simmons reconhece que Trump mudou sua percepção pública, Stanley enfatiza a necessidade de diálogo e compreensão entre os que têm opiniões divergentes, destacando que a polarização não é benéfica para a democracia.
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