- O advogado Martin De Luca criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, por suas decisões que, segundo ele, afetam a credibilidade do Brasil.
- De Luca, que representa o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as ações de Moraes prejudicam investidores.
- Ele destacou a queda de mais de 6% nas ações do Banco do Brasil como um reflexo direto das decisões do ministro.
- O advogado questionou até onde Moraes irá “queimar a credibilidade e prosperidade do Brasil” e mencionou a incerteza jurídica gerada por essas ações.
- A crítica de De Luca surgiu após a decisão do ministro Flávio Dino, que permitiu que Moraes recorresse ao STF contra sanções do governo dos EUA.
O advogado Martin De Luca, que representa o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou duramente o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Em uma declaração feita nesta terça-feira, 19, De Luca afirmou que as ações de Moraes estão prejudicando a credibilidade do Brasil e impactando negativamente os investidores. Ele destacou que a recente queda nas ações do Banco do Brasil, que recuaram mais de 6%, é um reflexo direto das decisões do ministro.
De Luca mencionou que Moraes “gosta de se gabar” de sua persistência, mas alertou que ele está “apostando com o dinheiro e as economias de outras pessoas”. O advogado questionou até onde o ministro irá “queimar a credibilidade e prosperidade do Brasil” antes que suas ações sejam reconhecidas como um blefe. Essa crítica surge em resposta à decisão do ministro Flávio Dino, que permitiu que Moraes recorresse ao STF contra sanções impostas pelo governo dos EUA, baseadas na Lei Magnitsky.
A decisão de Dino, embora vista como uma defesa da soberania brasileira, foi interpretada por De Luca como um fator que alimenta a incerteza jurídica no país. Ele ressaltou que os mercados já estão reagindo negativamente, aumentando os riscos para os investidores. O advogado concluiu que a situação atual é resultado de autoridades que, segundo ele, continuam a elevar os riscos em nome de uma “campanha de censura”.
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