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Ciro Gomes propõe união entre centro-esquerda e centro-direita em ato do centrão

Ciro Gomes busca aliança entre centro-esquerda e centro-direita para fortalecer oposição ao governo Lula e se posiciona para 2026

O ex-ministro Ciro Gomes participa do evento de instalação da federação entre União Brasil e PP (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
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  • Ciro Gomes participou da homologação da federação entre União Brasil e Progressistas (PP) em Brasília.
  • Ele defendeu a união de centro-esquerda e centro-direita para enfrentar o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
  • Ciro, atualmente filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), está avaliando uma possível filiação ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).
  • A nova federação, chamada União Progressista, busca consolidar candidaturas de centro-direita para as eleições de 2026.
  • Ciro criticou o aumento do endividamento das famílias e a situação do agronegócio, posicionando-se como candidato ao governo do Ceará.

O ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, participou da homologação da federação entre União Brasil e Progressistas (PP), realizada em Brasília. Durante o evento, ele defendeu a união de forças políticas de centro-esquerda e centro-direita para enfrentar o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Ciro afirmou que é necessário “tirar o Brasil deste desastre”, referindo-se à atual situação econômica e política do país.

Ciro Gomes, que atualmente está filiado ao PDT, está em processo de consulta às suas bases sobre uma possível filiação ao PSDB. Ele destacou a importância de atrair todos os segmentos políticos para fortalecer a oposição ao governo. “Façam desse gesto um ato de gravitação universal”, disse, enfatizando a necessidade de uma aliança ampla.

A nova federação, batizada de União Progressista, promete ser uma força significativa no cenário político, com a maior bancada na Câmara e uma fatia considerável dos fundos partidários. Os líderes do PP e do União Brasil, Ciro Nogueira e Antonio de Rueda, respectivamente, veem a federação como uma oportunidade para consolidar candidaturas de centro-direita nas eleições de 2026.

Ciro Gomes também criticou o aumento do endividamento das famílias e a situação do agronegócio, que enfrenta recordes de inadimplência. Ele se posiciona como um potencial candidato ao governo do Ceará, desafiando o grupo do ministro da Educação, Camilo Santana, e do atual governador, Elmano Freitas. A federação deve registrar sua criação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em breve, consolidando sua posição no cenário político nacional.

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