- O Hamas aceitou uma proposta de cessar-fogo de 60 dias, mediada pelo Egito e Qatar, em meio ao conflito que já causou mais de 62 mil mortes em Gaza.
- A proposta inclui a libertação de reféns israelenses em troca de prisioneiros palestinos, mas Israel ainda não se manifestou oficialmente.
- O Hamas se comprometeu a libertar 10 reféns vivos e os corpos de 18 mortos em duas etapas, enquanto Israel exige a libertação de todos os 50 reféns em cativeiro.
- O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que aceitará um acordo apenas se garantir a libertação total dos reféns.
- A situação humanitária em Gaza é crítica, com a população enfrentando fome severa devido ao bloqueio de ajuda, e manifestações em Israel aumentam pedindo um acordo para encerrar o conflito.
O Hamas aceitou uma nova proposta de cessar-fogo de 60 dias, mediada pelo Egito e Qatar, em meio a um conflito que já resultou em mais de 62 mil mortes em Gaza. A proposta inclui a libertação de reféns israelenses em troca de prisioneiros palestinos, mas Israel ainda não se manifestou oficialmente.
Os mediadores aguardam a resposta de Israel, que enfrenta pressão interna e externa para aceitar o acordo. O Hamas, por sua vez, se comprometeu a libertar 10 reféns vivos e os corpos de 18 mortos em duas etapas, enquanto Israel exigiu a libertação de todos os 50 reféns em cativeiro. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que só aceitaria um acordo que garantisse a libertação total dos reféns.
A nova proposta surge em um contexto de crescente crise humanitária em Gaza, onde a população enfrenta fome severa devido ao bloqueio de ajuda. O porta-voz da ONU alertou que a situação é catastrófica, com a entrada de suprimentos insuficiente para atender às necessidades básicas da população.
As manifestações em Israel aumentam, com centenas de milhares de pessoas exigindo um acordo que traga os reféns de volta e encerre o conflito. O Fórum de Famílias de Cautivos alertou que a população não permitirá que Netanyahu sabote outro acordo.
Enquanto isso, a ofensiva militar israelense continua, com bombardeios em Gaza, resultando em mais mortes e deslocamentos. A situação permanece tensa, com a população civil vivendo sob constante ameaça e incerteza.
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