- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pediu que os senadores deixem de lado as divergências eleitorais e se concentrem nas obrigações legislativas.
- A oposição apresentou um aditamento ao pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, mencionando a tornozeleira eletrônica de Marcos do Val como um dos motivos.
- Alcolumbre reafirmou que não pautará o impeachment, destacando a importância do diálogo e da paz no Senado.
- Senadores da oposição argumentaram que a situação de Marcos do Val representa “censura prévia” e limita o acesso à verba parlamentar.
- Flávio Bolsonaro defendeu a anistia aos condenados pelos atos de oito de janeiro como condição para a paz, enquanto a pressão sobre Alcolumbre aumenta.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), reiterou a necessidade de os senadores deixarem de lado as divergências eleitorais e se concentrarem nas obrigações legislativas. O apelo ocorreu em meio à pressão da oposição para que o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, seja pautado.
Nesta terça-feira, a oposição apresentou um aditamento ao pedido de impeachment, citando a tornozeleira eletrônica imposta ao senador Marcos do Val (Podemos-ES) como um dos motivos. Alcolumbre, no entanto, já havia afirmado que não pautará o impeachment, enfatizando a importância do diálogo e da paz no ambiente legislativo.
Durante a sessão, Alcolumbre destacou que o Senado deve ser um espaço de diálogo, não de embates. Ele mencionou que a sociedade está dividida e que a rivalidade política tem gerado um clima de radicalismo. “Seria bom que pudéssemos buscar a paz”, afirmou, pedindo reflexão sobre a situação atual.
A oposição, representada por senadores como Carlos Portinho (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN), argumentou que a situação de Marcos do Val configura “censura prévia” e limita o acesso à verba parlamentar. O senador Cristiano Girão (Novo-CE) pediu que Alcolumbre pautasse o impeachment, afirmando que a paz requer ação.
Além disso, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, afirmando que essa seria uma condição para a paz. A pressão sobre Alcolumbre aumenta, mas ele mantém sua posição de não pautar o impeachment, buscando priorizar a estabilidade legislativa.
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