- O Banco do Brasil está monitorando a inclusão do ministro Alexandre de Moraes na lista de sancionados pela Lei Magnitsky dos Estados Unidos, que pune violadores de direitos humanos e corrupção.
- A sanção foi imposta em 30 de julho, e o governo de Donald Trump aumentou as ameaças de novas sanções a outros ministros do Supremo Tribunal Federal.
- Em nota, o Banco do Brasil afirmou que atua conforme a legislação brasileira e normas internacionais, considerando acionar a Justiça americana para esclarecer a aplicação da lei.
- A Lei Magnitsky permite o bloqueio de ativos e proíbe transações financeiras nos Estados Unidos para os sancionados, afetando operações de câmbio e cartões internacionais.
- O Banco do Brasil opera nos Estados Unidos através do Banco do Brasil Americas, com agências na Flórida.
O Banco do Brasil (BB) está monitorando a inclusão do ministro Alexandre de Moraes na lista de sancionados pela Lei Magnitsky dos Estados Unidos, que visa punir violadores de direitos humanos e corrupção. A sanção foi imposta em 30 de julho, e desde então, o governo de Donald Trump intensificou as ameaças de novas sanções a outros ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que são aliados de Moraes.
Em nota, o Banco do Brasil afirmou que atua em conformidade com a legislação brasileira e normas internacionais, e que considera a possibilidade de acionar a Justiça americana para esclarecer a aplicação da lei. A instituição, que é responsável pela folha de pagamentos do STF, ressaltou que possui uma sólida experiência em relações internacionais e está preparada para lidar com questões complexas que envolvem regulamentações globais.
A Lei Magnitsky permite o bloqueio de ativos e a proibição de transações financeiras nos Estados Unidos para os sancionados. Isso inclui operações de câmbio e cartões internacionais, mesmo que não sejam realizadas no território americano. O Banco do Brasil opera nos EUA através do Banco do Brasil Americas, que possui agências na Flórida, incluindo cidades como Miami e Orlando.
Especialistas e o criador da lei, Bill Browder, apontam que a Magnitsky, originalmente destinada a punir grandes violadores de direitos humanos, está sendo utilizada politicamente pela administração Trump. O BB reafirmou seu compromisso em oferecer soluções financeiras responsáveis e sustentáveis, enquanto acompanha de perto as repercussões da situação.
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