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PT reconhece falhas de articulação após derrota na CPI do INSS

Governo busca reforçar articulação política após derrota na CPI do INSS e promete mobilizar base para garantir maioria nas próximas votações

Líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados)
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  • O governo enfrenta dificuldades na articulação política após a derrota na eleição da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que investiga fraudes bilionárias.
  • O líder do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara, Lindbergh Farias, informou que a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, cobrou a base governista, atribuindo o revés a falhas na coordenação.
  • Durante uma reunião no Palácio do Planalto, Gleisi destacou a falta de mobilização da base para garantir a vitória nas escolhas da presidência e relatoria da comissão.
  • O governo planeja reforçar a articulação política e dialogar individualmente com parlamentares aliados para evitar novas derrotas.
  • Apesar do revés, Lindbergh afirmou que não há preocupação com a CPI e reiterou o compromisso do governo com a transparência.

O governo enfrenta dificuldades na articulação política, especialmente após a derrota na eleição da CPI do INSS, que investiga fraudes bilionárias. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, revelou que a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, fez uma cobrança à base governista, atribuindo o revés a falhas na coordenação.

Durante uma reunião de emergência no Palácio do Planalto, Gleisi destacou que a base não mobilizou o suficiente para garantir a vitória nas escolhas para a presidência e a relatoria da comissão. “Houve um problema de articulação política, claramente. A base foi surpreendida porque tinha que ter mobilizado mais”, afirmou Farias. Ele acredita que é possível montar uma maioria sólida para conduzir os trabalhos da CPI.

Apesar do revés, o governo tenta minimizar os danos. Lindbergh enfatizou que “não há preocupação nenhuma com a CPI, quem abriu este caso foi a CGU”, reiterando que a posição do governo é de transparência. Para evitar novas derrotas, o plano inclui reforçar a coordenação e dialogar individualmente com parlamentares aliados.

O governo busca organizar um roteiro de funcionamento da CPI que permita um andamento tranquilo dos trabalhos, demonstrando que, apesar das dificuldades, está comprometido em enfrentar os desafios políticos.

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