- A procuradora interina dos Estados Unidos para Nova Jersey, Alina Habba, foi desqualificada por um juiz federal.
- A decisão foi proferida pelo juiz Matthew Brann, que afirmou que a nomeação de Habba não era legalmente válida.
- Brann destacou que Habba exerceu funções sem autoridade legal desde 1º de julho de 2025.
- A desqualificação não afeta a acusação criminal contra Cesar Humberto Pina, mas impede Habba de participar de outros casos em andamento.
- A administração Trump pode recorrer da decisão antes que ela entre em vigor.
A procuradora interina dos EUA para Nova Jersey, Alina Habba, foi desqualificada por um juiz federal de participar de casos criminais em andamento. A decisão, proferida pelo juiz Matthew Brann, ocorreu após questionamentos sobre a legalidade de sua nomeação pela administração Trump.
Brann afirmou que a nomeação de Habba não era válida, destacando que ela exerceu funções sem autoridade legal desde 1º de julho de 2025. O juiz observou que suas ações podem ser consideradas nulas. A decisão foi suspensa, permitindo que a administração Trump recorra antes que entre em vigor.
Embora a desqualificação não afete a acusação criminal contra Cesar Humberto Pina, aprovada por Habba, o juiz determinou que ela não pode participar de casos em andamento, incluindo os de Julien Giraud Jr. e Julien Giraud III. A situação se agrava, pois a administração Trump já enfrentou desafios legais em relação à nomeação de Habba, que é ex-advogada pessoal do ex-presidente Donald Trump.
A decisão de Brann foi influenciada por uma decisão anterior de juízes federais em Nova Jersey, que já haviam rejeitado a candidatura de Habba. A continuidade de sua atuação como procuradora interina agora depende do resultado do recurso que a administração Trump pretende apresentar.
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