- Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus em Cristo, defendeu seu apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a apreensão de seu passaporte e celular pela Polícia Federal (PF).
- Durante um culto na Penha, Rio de Janeiro, Malafaia criticou a operação da PF e reafirmou sua independência política, afirmando que sua posição em relação a Lula foi tomada antes das denúncias de corrupção.
- O pastor se autodenominou uma “voz profética” e expressou preocupação com o estado democrático, afirmando que está em perigo.
- Malafaia criticou Eduardo Bolsonaro, chamando-o de “babaca” e “estúpido de marca maior”, e disse que suas declarações prejudicam a imagem da família Bolsonaro.
- O relatório da PF não indiciou Malafaia, mas aponta que ele atuou para coagir membros do Supremo Tribunal Federal (STF). O pastor reafirmou sua independência e que não se considera um “bolsominion”.
Um dia após a operação da Polícia Federal (PF) que resultou na apreensão de seu passaporte e celular, o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus em Cristo, defendeu seu apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante um culto na Penha, Rio de Janeiro. Malafaia criticou a operação e reafirmou sua independência política, afirmando que sua posição em relação a Lula foi tomada antes de denúncias de corrupção contra o petista.
Durante a cerimônia, o pastor se autodenominou uma “voz profética” e expressou preocupação com o estado democrático, afirmando que “está em perigo”. Ele questionou a legitimidade da apreensão de seu passaporte, ressaltando que estava em Portugal no momento da operação e que, se quisesse fugir, teria permanecido lá. Malafaia enfatizou que não é indiciado, mas sim investigado, e criticou a PF por suas ações.
Críticas a Bolsonaro
Malafaia também fez críticas contundentes aos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, referindo-se a Eduardo Bolsonaro como um “babaca” e “estúpido de marca maior”. Ele expressou frustração com a postura do filho do ex-presidente, afirmando que suas declarações estavam prejudicando a imagem de Bolsonaro e favorecendo a esquerda. Apesar das críticas, o pastor afirmou que mantém uma relação de respeito com a família Bolsonaro, destacando que sua integridade é reconhecida.
O relatório da PF, que não indiciou Malafaia, aponta que ele tem atuado de forma consciente na definição de estratégias para coagir membros do Supremo Tribunal Federal (STF). O pastor, por sua vez, reafirmou sua posição de independência política, afirmando que continua a apoiar a família Bolsonaro, mas sem se considerar um “bolsominion”. A situação continua a gerar polêmica e desdobramentos no cenário político brasileiro.
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