- A primeira reunião da megafederação entre União Brasil e Progressistas sobre a reforma administrativa teve apenas 20 dos 110 deputados presentes.
- O relator da reforma, Pedro Paulo, chegou atrasado, o que contribuiu para o baixo comparecimento.
- A reunião foi exclusiva para parlamentares e não contou com assessores.
- Deputados expressaram desinteresse pela pauta, considerando-a uma “perda de tempo”.
- O deputado Arthur Maia, que já relatou a reforma anteriormente, não participou, citando a falta de apoio do Executivo e a proximidade do ano eleitoral como razões para a ineficácia da proposta.
A primeira reunião da megafederação entre União Brasil e Progressistas, focada na reforma administrativa, foi marcada por um baixo comparecimento. Apenas 20 dos 110 deputados estiveram presentes, evidenciando o desinteresse pela pauta considerada prioritária pelo presidente da Câmara, Hugo Motta.
O relator da reforma, Pedro Paulo, chegou atrasado ao encontro, o que contribuiu para o esvaziamento. A reunião, que era exclusiva para parlamentares, não contou com a participação de assessores. Deputados presentes expressaram descontentamento, considerando a discussão uma “perda de tempo”. O deputado Arthur Maia, que já havia relatado a reforma em gestões anteriores, optou por não participar, alegando que a proposta não tem chances de avançar devido à proximidade do ano eleitoral e à falta de apoio do Executivo.
A falta de engajamento dos parlamentares levanta questões sobre a viabilidade da reforma administrativa, que já enfrenta resistência e ceticismo. A formalização da federação ocorreu em um evento prestigiado, mas o desinteresse demonstrado na reunião sugere que a união entre os partidos pode não ser suficiente para impulsionar a proposta.
Entre na conversa da comunidade