- Priscila Torquato da Silva foi condenada a 53 anos de prisão pelo assassinato de Pâmela Ferreira Andrade Martins, uma mulher grávida, em 2021.
- O crime ocorreu na comunidade Nova Holanda, onde Priscila usou uma faca para retirar o bebê do útero da vítima, que estava com oito meses de gestação.
- Durante o julgamento, foi comprovado que Priscila planejou o crime para apresentar o bebê como seu. A criança não sobreviveu.
- O juiz Victor Vasconcellos de Mattos destacou a frieza do ato e suas consequências devastadoras para a família de Pâmela, incluindo o impacto psicológico no filho da vítima.
- O pai de Pâmela enfrentou depressão e tentou suicídio várias vezes após o crime, e o filho da vítima necessita de tratamento psicológico e fonoaudiólogo.
O Tribunal do Júri de Macaé condenou Priscila Torquato da Silva a 53 anos de prisão pelo assassinato de Pâmela Ferreira Andrade Martins, uma mulher grávida. O crime ocorreu em 2021, na comunidade Nova Holanda, onde Priscila utilizou uma faca para retirar o bebê do útero da vítima, que estava com oito meses de gestação.
Durante o julgamento, ficou evidente que Priscila planejou o crime com a intenção de apresentar o bebê como seu. A criança, que foi levada por Priscila para uma unidade de saúde, não sobreviveu. A criminosa alegou ter dado à luz em casa, mas a versão foi desmentida pelas evidências. O juiz Victor Vasconcellos de Mattos destacou a frieza e maldade do ato, que deixou marcas profundas na família de Pâmela.
As consequências do crime foram devastadoras. O pai da vítima, em decorrência da depressão, tentou suicídio em diversas ocasiões. Além disso, o filho de Pâmela, que presenciou o assassinato, enfrenta dificuldades de comunicação e necessita de tratamento psicológico e fonoaudiólogo. O juiz enfatizou que as repercussões do crime são gravíssimas, afetando não apenas a família imediata, mas também a comunidade.
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