- O FBI realizou buscas na casa de John Bolton, ex-conselheiro de Segurança Nacional de Donald Trump, em 22 de agosto de 2025.
- A operação investiga possíveis compartilhamentos ilegais de informações confidenciais.
- Trump afirmou não ter conhecimento prévio sobre as buscas e chamou Bolton de “canalha”.
- Bolton expressou estar “desapontado, mas não surpreso” com a operação e criticou a presidência de Trump.
- O FBI também investiga outros críticos de Trump, como os ex-diretores do FBI James Comey e da CIA John Brennan.
O FBI realizou buscas na residência de John Bolton, ex-conselheiro de Segurança Nacional de Donald Trump, nesta sexta-feira, 22. A operação visa investigar possíveis compartilhamentos ilegais de informações confidenciais. Trump, que se tornou um crítico de Bolton após sua saída da Casa Branca, afirmou não ter conhecimento prévio sobre as buscas e o chamou de “canalha”.
Durante a madrugada, agentes do FBI foram vistos entrando e saindo da casa de Bolton, localizada em Bethesda, nos arredores de Washington. O diretor do FBI, Kash Patel, aliado de Trump, comentou sobre a operação em uma rede social, afirmando que “ninguém está acima da lei”. O FBI, por sua vez, não fez comentários sobre a investigação.
Bolton, que ocupou o cargo de conselheiro de Segurança Nacional de abril de 2018 a setembro de 2019, se tornou um crítico ativo de Trump após a publicação de suas memórias, que geraram descontentamento no ex-presidente. Desde então, ele tem aparecido frequentemente na mídia, condenando Trump como “inadequado para ser presidente”.
Recentemente, Trump expressou seu desejo de investigar e processar seus “inimigos internos”, incluindo Bolton. O ex-assessor, que já havia alertado sobre ameaças à sua segurança, afirmou estar “desapontado, mas não surpreso” com a operação do FBI. Ele também criticou a cúpula entre Trump e o presidente russo Vladimir Putin, destacando a natureza vingativa da presidência de Trump.
Além de Bolton, o FBI abriu investigações contra outros críticos de Trump, como os ex-diretores do FBI James Comey e da CIA John Brennan. Trump, que enfrenta diversas investigações desde que deixou a presidência, continua a ser um alvo de escrutínio por suas ações e declarações.
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