- Silas Malafaia, pastor e ex-conselheiro de Jair Bolsonaro, foi alvo de um mandado de busca e apreensão da Polícia Federal.
- Durante um culto na Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no Rio de Janeiro, ele desafiou o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, chamando-o de “chefe da Gestapo”.
- Malafaia afirmou não temer a prisão e se declarou independente, negando que utilize a igreja para fins políticos.
- Ele criticou a apreensão de cadernos com seus discursos, alegando que um agente da PF agiu sob ordens de Moraes.
- O pastor comentou sobre suas interações com Bolsonaro, afirmando que suas mensagens demonstram sua independência política.
Alvo de um mandado de busca e apreensão da Polícia Federal (PF), o pastor Silas Malafaia desafiou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, chamando-o de “chefe da Gestapo”. As declarações foram feitas durante um culto na Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, 21. Malafaia foi recebido com aplausos e mensagens de apoio, como “Exemplo de coragem”.
O pastor, que já foi conselheiro de Jair Bolsonaro, afirmou não temer uma possível prisão e se declarou independente, negando que utilize a igreja para fins políticos. Ele criticou a apreensão de cadernos com seus discursos, alegando que um agente da PF agiu sob ordens de Moraes. “Ele estava debaixo de ordem do chefe da Gestapo de Alexandre de Moraes”, disse.
Malafaia também comentou sobre suas interações com Bolsonaro, que foram citadas em um relatório da PF. Ele afirmou que essas mensagens demonstram sua independência política, ressaltando que critica e elogia conforme necessário. “Não sou bolsominion, não sou puxa-saco”, declarou. O pastor, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, é uma figura central no movimento pentecostal e tem se posicionado como um dos principais organizadores de atos em defesa de Bolsonaro após 2022.
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