- A deputada Carla Zambelli está presa na Itália desde julho, após condenação do Supremo Tribunal Federal (STF) por invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e por ameaçar um eleitor de Lula.
- O deputado Paulo Azi, presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), aguarda resposta da justiça italiana sobre a possibilidade de Zambelli participar remotamente das sessões da comissão.
- O processo de cassação do mandato de Zambelli está parado, aguardando essas respostas.
- A Mesa Diretora da Câmara enviou uma representação à CCJ para decidir sobre a perda de mandato da deputada, que já foi notificada sobre a defesa apresentada por seus advogados.
- Recentemente, Zambelli foi condenada novamente pelo STF, complicando sua situação legal e política.
A deputada Carla Zambelli, condenada pelo STF por invasão aos sistemas do CNJ e por ameaçar um eleitor de Lula, está presa na Itália desde julho. O deputado Paulo Azi, presidente da CCJ, aguarda uma resposta da justiça italiana sobre a possibilidade de Zambelli participar remotamente das sessões da comissão, enquanto o processo de cassação de seu mandato permanece parado.
Azi revelou que está em contato com o Itamaraty e o Ministério da Justiça para que consultem o Judiciário italiano sobre a viabilidade de Zambelli prestar depoimento e acompanhar as oitivas das testemunhas que ela indicou. O processo de cassação, que começou após a primeira condenação de Zambelli em junho, está estagnado, aguardando essas respostas.
Desde a condenação inicial, a Mesa Diretora da Câmara enviou uma representação à CCJ para decidir sobre a perda de mandato da deputada. O relator designado, Diego Garcia, alinhado ao bolsonarismo, notificou os advogados de Zambelli, que apresentaram a defesa da deputada em julho. Recentemente, Zambelli foi condenada novamente pelo STF, complicando ainda mais sua situação legal e política.
Entre na conversa da comunidade