- A deputada Summer Lee criticou a liberação recente de documentos sobre Jeffrey Epstein, afirmando que apenas 3% das 33.295 páginas continham informações novas.
- A maioria dos dados já era conhecida, incluindo informações do Departamento de Justiça dos Estados Unidos e da polícia da Flórida.
- A única nova informação significativa foi um registro de voos do avião de Epstein entre 2000 e 2014.
- Lee acusou a administração do ex-presidente Donald Trump de “fingir” responder à intimação do comitê.
- A liberação dos documentos coincidiu com novos depoimentos de Ghislaine Maxwell, que elogiou Trump e negou seu envolvimento em atividades ilícitas relacionadas a Epstein.
Rep. Summer Lee, membro do Comitê de Supervisão da Câmara, criticou a liberação recente de documentos sobre Jeffrey Epstein, afirmando que apenas 3% do total de 33.295 páginas continham informações novas. A maioria dos dados já havia sido divulgada anteriormente, segundo uma análise inicial do comitê.
A liberação dos documentos ocorreu na sexta-feira, em resposta a uma intimação do comitê. Lee destacou que 97% das páginas apresentavam conteúdo já conhecido, incluindo informações do Departamento de Justiça dos EUA e da polícia da Flórida. A única nova informação significativa foi um registro de voos do avião de Epstein entre 2000 e 2014.
Lee criticou a administração do ex-presidente Donald Trump, afirmando que o Departamento de Justiça estava apenas “fingindo” responder à intimação. O deputado Robert Garcia, também do comitê, se uniu às críticas, afirmando que a divulgação limitada levanta mais perguntas do que respostas e sugere falta de interesse em justiça para as vítimas.
Novos Depoimentos
A liberação dos documentos coincidiu com a divulgação de novos depoimentos de Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein, que atualmente cumpre uma pena de 20 anos. Nos registros, Maxwell afirmou não ter conhecimento de qualquer envolvimento de Trump em atividades ilícitas relacionadas a Epstein, elogiando o ex-presidente.
Um porta-voz do Comitê de Supervisão da Câmara, ligado aos republicanos, afirmou que a produção de documentos é extensa e que a intenção é torná-los públicos após uma revisão cuidadosa para proteger a identidade das vítimas e informações sensíveis. A pressão sobre a administração para liberar mais documentos sobre Epstein tem aumentado, especialmente entre os apoiadores de Trump.
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