- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, criticou a postura do governo dos Estados Unidos, chamando-a de “atitude hostil”.
- Durante um evento em Brasília, Haddad afirmou que a administração de Donald Trump tenta reabilitar a extrema-direita no Brasil.
- Ele destacou que a relação entre os países estava se desenvolvendo positivamente até essa ação inesperada.
- Haddad também mencionou conversas entre o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores, sugerindo que visavam proteger ações golpistas.
- O ministro criticou grupos locais que se autodenominam patrióticos, afirmando que suas ações não representam os interesses do país.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, criticou a recente postura do governo dos Estados Unidos, classificando-a como uma “atitude hostil”. Durante um evento em Brasília, Haddad afirmou que a administração de Donald Trump tenta “livrar a cara dos golpistas” e reabilitar a extrema-direita no Brasil.
Segundo o ministro, a relação entre os países estava se desenvolvendo de forma positiva até que essa ação inesperada ocorreu. “O Brasil não pode servir de quintal de ninguém”, destacou, enfatizando a importância da soberania nacional. Haddad também fez referência a grupos de extrema-direita no Brasil, que, segundo ele, não têm caráter patriótico.
O ministro mencionou ainda as conversas reveladas pela Polícia Federal entre o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores, sugerindo que o objetivo dessas interações era proteger os envolvidos em ações golpistas. “Essa hostilidade não tem outra finalidade que não seja reabilitar a extrema-direita no Brasil”, completou.
Críticas à Extrema-Direita
Haddad não hesitou em criticar a atuação de grupos locais que se autodenominam patrióticos, afirmando que suas ações não refletem os interesses do país. O evento contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin, que também participou do debate sobre a conjuntura política atual.
A tensão entre Brasil e Estados Unidos, especialmente em relação à política externa, continua a ser um tema relevante, com Haddad e outros líderes buscando reafirmar a soberania brasileira em um cenário internacional complexo.
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