- O Museu da República não irá expor a réplica gigante do pijama de Getúlio Vargas, que seria uma atração relacionada ao seu suicídio em 24 de agosto de 1954.
- A decisão foi comunicada devido a limitações técnicas de ventilação e sustentação da peça.
- O “pijamão”, criado pela artista Clarissa Campello, possui quatro metros de altura e gerou grande repercussão nas redes sociais.
- O museu reabriu parcialmente em junho após análises estruturais e restaurações, mas o quarto onde Vargas se suicidou permanece fechado ao público.
- O acervo do museu inclui itens originais de Vargas, como seu pijama original e a máscara mortuária feita pelo escultor Flory Gama.
Após 71 anos do suicídio de Getúlio Vargas, o Museu da República, localizado no Palácio do Catete, decidiu não expor a réplica gigante do pijama que o ex-presidente usava no dia de sua morte, em 24 de agosto de 1954. A decisão foi comunicada em nota oficial, que destacou limitações técnicas relacionadas à ventilação e sustentação da peça.
O “pijamão”, que possui quatro metros de altura e foi criado pela artista Clarissa Campello, gerou grande repercussão nas redes sociais. A imagem da peça, que apresenta listras verticais e botões com o monograma GV, provocou centenas de comentários. O museu esclareceu que não recebeu notificação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) sobre a instalação da réplica e que a peça estava em fase de testes.
Acervo do Museu
O Museu da República reabriu parcialmente em junho, após passar por análises estruturais e restaurações. O acervo inclui itens originais de Vargas, como seu pijama original e a máscara mortuária feita pelo escultor Flory Gama. O quarto onde Vargas se suicidou permanece fechado ao público.
A ideia de expor o “pijamão” visava criar um contraponto lúdico ao peso dramático dos itens originais. A repercussão nas redes sociais, no entanto, gerou confusão sobre o trâmite para a liberação da instalação, levando a direção do museu a esclarecer a situação.
Restaurações e Exposições
As análises estruturais realizadas no museu revelaram a necessidade de restaurações em várias áreas. Além do pijama e da máscara, o acervo também contém a pistola utilizada por Vargas no dia de sua morte e a primeira carteira de trabalho assinada por ele. O museu continua a promover a memória do ex-presidente, mesmo com a ausência da réplica do pijama em sua exposição.
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