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Polícia Civil cria força-tarefa para apurar assassinato de mãe, filha e amiga em Ilhéus

Polícia Civil investiga triplo homicídio em Ilhéus e busca pistas em câmeras de segurança e exames periciais para identificar suspeitos

Mulheres mortas em Ilhéus, sul da Bahia (Foto: Reprodução)
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  • A Polícia Civil da Bahia investiga um triplo homicídio em Ilhéus, onde Maria Helena do Nascimento Bastos, Mariana Bastos da Silva e Alexsandra Oliveira Suzart foram encontradas mortas em um matagal no dia 16 de agosto.
  • As vítimas apresentavam ferimentos de arma branca e foram localizadas após não retornarem de uma caminhada no dia 15 de agosto.
  • Quatro pessoas foram interrogadas e passaram por exames periciais no Departamento de Polícia Técnica, com laudos considerados essenciais para as investigações.
  • A análise de 15 câmeras de segurança da área está em andamento, mas o local do crime é um ponto cego, dificultando a identificação de suspeitos.
  • As vítimas eram professoras e frequentadoras de uma igreja local, sendo lembradas por sua fé e dedicação. A polícia continua em busca de informações que ajudem a elucidar o caso.

A Polícia Civil da Bahia investiga um triplo homicídio ocorrido em Ilhéus, onde Maria Helena do Nascimento Bastos, 41 anos, sua filha Mariana Bastos da Silva, 20, e a amiga Alexsandra Oliveira Suzart, 45, foram encontradas mortas em um matagal na praia do Sul. As vítimas apresentavam ferimentos de arma branca e foram localizadas no dia 16 de agosto.

Nos últimos dias, quatro pessoas foram interrogadas e submetidas a exames periciais no Departamento de Polícia Técnica (DPT). Os laudos desses exames são considerados cruciais para o avanço das investigações. A análise de 15 câmeras de segurança da região está em andamento, mas o local do crime é um ponto cego, dificultando a identificação de suspeitos.

Investigação em Andamento

A força-tarefa do Núcleo de Homicídios de Ilhéus já ouviu familiares e pessoas próximas das vítimas. A polícia destaca que nenhuma testemunha ocular foi identificada até o momento. As equipes continuam em diligências para localizar e prender os responsáveis pelo crime. Informações que possam ajudar nas investigações podem ser enviadas de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181.

Peritos do DPT retornaram ao local do crime para tentar encontrar a arma utilizada e outros elementos que possam auxiliar nas apurações. Maria Helena e Alexsandra eram professoras da rede municipal, enquanto Mariana estudava engenharia agrícola e ambiental na Universidade Federal do Sul da Bahia.

Luto e Memória

As vítimas eram frequentadoras da Igreja Batista Santa Geração, onde eram lembradas como “mulheres preciosas, marcadas pela fé e pelo amor”. Mariana também se destacava como cantora na igreja. Segundo a Associação dos Professores Profissionais de Ilhéus, elas saíram de casa no dia 15 de agosto para uma caminhada e não retornaram. O cachorro da família foi encontrado amarrado próximo aos corpos.

A mãe de Alexsandra, Cléa Suzart, expressou sua dor em entrevista, ressaltando a importância de buscar justiça. Ela descreveu Mariana como uma jovem trabalhadora e responsável, cuja vida foi tragicamente interrompida. A polícia segue mobilizada na busca por respostas e na identificação dos autores desse crime brutal.

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