- A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu à Polícia Federal (PF) a abertura de um inquérito para investigar a disseminação de notícias falsas sobre o Banco do Brasil.
- As publicações nas redes sociais incentivam saques em massa, alegando que o banco está à beira da falência devido a sanções dos Estados Unidos.
- A AGU considera que essas informações falsas podem gerar pânico e desestabilizar o Sistema Financeiro Nacional.
- A Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD) investiga a origem das publicações, que começaram a circular em agosto de 2025.
- O Banco do Brasil denunciou a situação como uma tentativa de deslegitimar o Supremo Tribunal Federal e comprometer a estabilidade econômica do país.
A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou à Polícia Federal (PF) a abertura de um inquérito para investigar a disseminação de notícias falsas que incitam saques em massa do Banco do Brasil. A medida foi tomada após o banco apresentar uma notícia-crime à AGU, alertando sobre o risco de uma corrida bancária.
As publicações nas redes sociais sugerem que os correntistas retirem seus recursos, alegando que a instituição estaria à beira da falência devido a sanções impostas pelos Estados Unidos. Essas mensagens, segundo a AGU, visam criar pânico e desestabilizar o Sistema Financeiro Nacional, além de comprometer a confiança nas instituições financeiras do país.
A AGU destacou que as informações falsas têm o potencial de gerar caos econômico e pressionar agentes financeiros. A Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD) está investigando a origem e a autoria das publicações, que começaram a circular em agosto de 2025, em resposta às sanções do Departamento do Tesouro dos EUA.
Contexto das Sanções
As sanções referem-se à Lei Magnitsky, que permite o bloqueio de ativos e contas de indivíduos considerados responsáveis por violações de direitos humanos. O Banco do Brasil, que é responsável pelo pagamento de salários dos magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF), denunciou a situação como uma tentativa de deslegitimar a Corte e minar a estabilidade econômica do país.
A instituição financeira enfatizou que a propagação de fake news compromete não apenas sua operação, mas também o desenvolvimento econômico equilibrado do Brasil. A AGU e o Banco do Brasil consideram a situação grave e alertam para os riscos que a desinformação representa para a ordem econômica e social do país.
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