- O ex-presidente Jair Bolsonaro está sendo investigado por tentativas de golpe de Estado.
- O deputado Lindbergh Farias revelou um suposto plano de fuga de Bolsonaro para a Embaixada dos Estados Unidos em Brasília.
- Farias protocolou um pedido de prisão preventiva e mencionou a possibilidade de Bolsonaro solicitar asilo na Argentina.
- A Polícia Federal investiga um novo indiciamento de Bolsonaro, que inclui seu filho, Eduardo Bolsonaro.
- O julgamento de Bolsonaro e seus aliados pelo Supremo Tribunal Federal está agendado para começar em 2 de setembro.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está no centro de novas controvérsias, com o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) revelando um suposto plano de fuga para a Embaixada dos Estados Unidos em Brasília. Farias protocolou um pedido de prisão preventiva, alegando que Bolsonaro poderia se abrigar na embaixada e solicitar asilo político. Ele afirmou que a distância entre o condomínio onde Bolsonaro reside e a embaixada é de apenas 10 minutos.
Farias destacou que, caso Bolsonaro entre na embaixada, ele poderia pedir um “salvo conduto” para deixar o Brasil, o que poderia agravar a crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos. O deputado também mencionou que o ex-presidente já havia solicitado asilo na Hungria e que uma carta de 33 páginas pedindo asilo à Argentina foi encontrada. A defesa de Bolsonaro e o governo argentino negaram a existência desse pedido.
A Polícia Federal está investigando um novo indiciamento de Bolsonaro, que inclui seu filho, Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A PF encontrou uma minuta de um suposto pedido de asilo político endereçado ao presidente argentino Javier Milei. O ministro Alexandre de Moraes pediu esclarecimentos à defesa de Bolsonaro, que negou qualquer plano de fuga. A Procuradoria-Geral da República deve se manifestar sobre a situação até segunda-feira, 25.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), criticou o indiciamento de Bolsonaro, afirmando que o ex-presidente está sendo injustiçado. Ele expressou sua confiança de que a justiça prevalecerá e que o Brasil encontrará seu caminho. O julgamento de Bolsonaro e seus aliados pelo STF está agendado para começar em 2 de setembro e deve se estender até 12 de setembro.
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