- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, notificou a Procuradoria-Geral da República e os réus do núcleo três da suposta trama golpista para apresentarem argumentos finais.
- A Procuradoria-Geral da República terá um prazo de quinze dias para enviar suas alegações.
- O núcleo três é formado por nove oficiais do Exército e um policial federal, acusados de ações coercitivas para pressionar o alto comando das Forças Armadas a apoiar um golpe.
- Entre as ações destacadas está a divulgação de um manifesto que critica o Judiciário e menciona a insegurança jurídica no país.
- A Procuradoria-Geral da República também afirma que os militares monitoraram e neutralizaram autoridades, incluindo o ministro Moraes e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), notificou a Procuradoria-Geral da República (PGR) e os réus do núcleo três da suposta trama golpista para apresentarem seus argumentos finais. A PGR terá um prazo de 15 dias para enviar suas alegações, após o que as defesas também poderão se manifestar. Essa fase marca a conclusão da instrução da ação penal, que agora se prepara para o julgamento.
O núcleo três é composto por nove oficiais do Exército e um policial federal, acusados de promover ações coercitivas para pressionar o alto comando das Forças Armadas a apoiar um golpe. Entre as ações destacadas está a divulgação de um manifesto, a “Carta ao Comandante do Exército de Oficiais Superiores da Ativa do Exército Brasileiro”, que critica o Judiciário e menciona a insegurança jurídica no país.
Além disso, a PGR alega que os militares realizaram “ações de campo” para monitorar e neutralizar autoridades, incluindo o próprio ministro Moraes e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As operações citadas incluem o Plano Punhal Verde e Amarelo, a Operação Copa 2022 e a Operação Luneta, que ocorreram no final de 2022. Com a instrução concluída, o processo avança para sua fase decisiva.
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