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ONU repudia ataques terroristas que abalam a Colômbia e clamam por paz

A violência na Colômbia cresce com atentados que mataram 18 pessoas e feriram mais de 50; ONU pede justiça e respeito aos direitos humanos

Foto: Reprodução
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  • Dois atentados recentes na Colômbia resultaram em pelo menos 18 mortos e mais de 50 feridos.
  • O primeiro ataque ocorreu em Cali, onde um explosivo atingiu uma área movimentada, matando seis civis e ferindo 65.
  • O segundo atentado, em Amalfi, envolveu um drone que atacou um helicóptero da polícia, resultando na morte de 12 policiais.
  • O presidente da República, Gustavo Petro, atribuiu a responsabilidade ao Estado Maior Central (EMC), uma dissidência das Farc, e classificou os ataques como uma “reação terrorista”.
  • O Gabinete da ONU para os Direitos Humanos condenou os ataques e pediu justiça, além de exortar os grupos armados a respeitar os direitos humanos.

O aumento da violência na Colômbia se intensificou com dois atentados recentes em Cali e Amalfi, resultando em pelo menos 18 mortos e mais de 50 feridos. O Gabinete da ONU para os Direitos Humanos condenou os ataques e pediu justiça.

O primeiro ataque ocorreu em Cali, onde um explosivo atingiu uma área movimentada, deixando seis civis mortos e 65 feridos. O segundo incidente, em Amalfi, envolveu um drone que atacou um helicóptero da polícia, resultando na morte de 12 policiais. O presidente colombiano, Gustavo Petro, atribuiu a responsabilidade ao Estado Maior Central (EMC), uma dissidência das Farc, e classificou os ataques como uma “reação terrorista” a operações do Exército na região.

A ONU exortou os grupos armados a respeitar os direitos humanos e o direito internacional humanitário, destacando a necessidade de distinguir entre combatentes e civis. O escritório da ONU também pediu ao governo colombiano que atenda às vítimas e avance nas investigações.

Esses eventos alarmantes refletem um cenário de crescente violência na Colômbia, com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha alertando que 2024 pode ser o ano mais crítico desde o acordo de paz com as Farc em 2016. A sociedade civil clama por ações mais efetivas do governo contra os grupos armados ilegais, cuja atividade tem se intensificado nos últimos meses.

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