- O presidente da República, Donald Trump, assinou uma ordem executiva para aumentar a presença militar em cidades democratas, como Chicago e Baltimore.
- A medida visa combater a criminalidade, que Trump considera fora de controle nessas áreas.
- A ordem determina que o Pentágono treine a Guarda Nacional para lidar com distúrbios civis e garantir a segurança pública.
- Trump também proibiu a liberdade sob fiança gratuita, uma prática criticada por especialistas em segurança.
- A mobilização militar e as novas políticas visam reforçar a imagem de Trump como um líder forte em tempos de crise.
Donald Trump assinou uma ordem executiva que amplia o papel militar na segurança pública, instruindo a Guarda Nacional a se preparar para intervenções em cidades com maioria democrata, como Chicago e Baltimore. A medida foi anunciada em um contexto onde o presidente alega que a criminalidade nessas áreas está fora de controle.
A ordem, intitulada “Medidas Adicionais para Atacar a Delinquência no Distrito de Columbia”, determina que o Pentágono treine a Guarda Nacional em cada estado para lidar com “distúrbios civis e garantir a segurança pública”. Cada estado deve manter um número razoável de soldados prontos para mobilização rápida. A Guarda Nacional já possui um grupo de resposta rápida que pode ser ativado em emergências, podendo deslocar entre 75 e 125 soldados em até oito horas.
Trump, que já mobilizou a Guarda Nacional em Washington, afirmou que as tropas estão prontas para atuar em qualquer cidade “em menos de 24 horas”. Ele mencionou especificamente Chicago e Baltimore como possíveis alvos para intervenções, alegando que a situação de segurança nessas cidades é uma emergência nacional. O presidente também destacou que a presença militar em Washington resultou em uma queda nos homicídios, embora essa afirmação tenha sido contestada por dados que mostram variações nos índices de violência.
Além da ordem sobre a Guarda Nacional, Trump promulgou uma nova medida que proíbe a liberdade sob fiança gratuita, uma prática que, segundo críticos, pode incentivar a reincidência criminal. A mobilização militar e as novas políticas de segurança refletem a estratégia de Trump de reforçar sua imagem de líder forte em tempos de crise.
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