- Eduardo Bolsonaro (PL-SP) caiu para o segundo lugar nas intenções de voto para o Senado em São Paulo, atrás de Fernando Haddad (PT).
- A pesquisa da Paraná Pesquisas, realizada entre 21 e 24 de agosto, mostra Haddad com 32% e Eduardo com 27% das intenções de voto.
- A queda de Eduardo é atribuída às tarifas de 50% impostas pela administração Trump aos produtos brasileiros, que prejudicaram sua imagem.
- Eduardo busca apoio nos Estados Unidos para implementar sanções contra autoridades brasileiras, visando a anistia de seu pai, Jair Bolsonaro.
- A mudança nas intenções de voto reflete descontentamento com a política externa e as consequências das tarifas.
Eduardo Bolsonaro (PL-SP) enfrenta um revés nas intenções de voto para o Senado em São Paulo, onde, pela primeira vez, aparece atrás de Fernando Haddad (PT). A pesquisa da Paraná Pesquisas, realizada entre 21 e 24 de agosto, revela que Haddad subiu quatro pontos percentuais, enquanto Eduardo caiu três, resultando em uma mudança significativa na disputa.
A queda de Eduardo é atribuída, dentro do PL, às tarifas de 50% impostas pela administração Trump aos produtos brasileiros. A avaliação no partido é de que essa situação prejudicou a imagem do deputado, que atualmente busca apoio nos Estados Unidos para implementar sanções contra autoridades brasileiras, visando a anistia de seu pai, Jair Bolsonaro.
A pesquisa mostra que Haddad agora lidera com 32% das intenções de voto, enquanto Eduardo registra 27%. O cenário reflete um descontentamento com a política externa e as consequências das tarifas, que impactaram diretamente a popularidade do deputado. A movimentação de Eduardo nos EUA, embora tenha como objetivo fortalecer sua posição, parece não ter surtido o efeito desejado nas urnas.
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