- Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, está sob monitoramento 24 horas determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
- A medida foi imposta devido a investigações sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado e risco de evasão, com julgamento marcado para 2 de setembro.
- Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente, criticou a decisão, chamando-a de perseguição política e comparando o tratamento do pai ao de criminosos de alta periculosidade.
- Renan destacou a saúde fragilizada de Bolsonaro, que tem 70 anos, e afirmou que até líderes do tráfico não recebem vigilância tão rigorosa.
- Outros membros da família Bolsonaro também se manifestaram contra a decisão, alegando que a vigilância é desproporcional e uma tentativa de humilhação.
Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, está sob monitoramento 24 horas determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A medida foi imposta em meio a investigações sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado e o risco de evasão, especialmente com a proximidade do julgamento marcado para o dia 2 de setembro.
O vereador Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente, criticou a decisão em suas redes sociais, chamando-a de perseguição política. Ele comparou o tratamento do pai ao de criminosos de alta periculosidade, destacando a saúde fragilizada de Bolsonaro, que tem 70 anos e enfrenta problemas de saúde. Renan afirmou que até líderes do tráfico não recebem vigilância tão rigorosa.
A decisão de monitoramento foi respaldada pela Polícia Federal, que alertou sobre a possibilidade de fuga de Bolsonaro, especialmente após a descoberta de um documento que indicava um pedido de asilo ao presidente da Argentina, Javier Milei. Moraes justificou a medida citando a necessidade de intensificação das ações de fiscalização, considerando a proximidade da residência de Bolsonaro da Embaixada dos Estados Unidos.
Além de Renan, outros membros da família Bolsonaro também se manifestaram contra a decisão. A esposa de Bolsonaro, Michelle, e seus filhos, Carlos e Flávio, expressaram indignação nas redes sociais, alegando que a vigilância é desproporcional e uma tentativa de humilhação. A tensão política aumenta à medida que o julgamento se aproxima, com o clima no país cada vez mais polarizado.
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