- A tensão entre os Estados Unidos e a Venezuela aumentou com a administração Trump, que impôs sanções ao regime de Nicolás Maduro.
- Recentemente, surgiram informações de que Maduro planeja fugir para a Nicarágua em caso de colapso político.
- Um voo presidencial venezuelano transportou dinheiro e barras de ouro, indicando a transferência de parte da fortuna de Maduro.
- A recompensa por informações que levem à captura de Maduro foi elevada para US$ 50 milhões.
- Os Estados Unidos intensificaram a presença militar na região, com o deslocamento de quatro mil fuzileiros navais e navios de guerra.
Diante do aumento das tensões entre os Estados Unidos e a Venezuela, o presidente Donald Trump enviou novos navios de guerra para a região, intensificando a pressão sobre o regime de Nicolás Maduro. Recentemente, surgiram informações de que Maduro estaria planejando uma fuga para a Nicarágua, caso ocorra um colapso político em seu governo.
O repórter investigativo Jaime Bayly revelou que um voo presidencial venezuelano, um Conviasa 737, decolou de Maiquetía com destino a Manágua. Dados do FlightRadar24 confirmaram a movimentação de um Airbus A340, frequentemente utilizado por altos funcionários do governo venezuelano. Embora Maduro e sua família não estivessem a bordo, Bayly afirmou que a aeronave estava carregada com dinheiro e barras de ouro, sugerindo que o ditador estaria transferindo parte de sua fortuna ilícita.
A recompensa por informações que levem à captura de Maduro foi elevada para US$ 50 milhões, com os Estados Unidos acusando-o de liderar um cartel de drogas. Além disso, o governo americano confiscou mais de US$ 700 milhões em bens de Maduro, incluindo itens de luxo e propriedades. A movimentação militar dos EUA na região inclui o deslocamento de 4 mil fuzileiros navais e a presença de navios e aviões militares nas águas internacionais próximas à Venezuela.
Refúgio na Nicarágua
A Nicarágua, sob o governo de Daniel Ortega, é considerada um possível refúgio para Maduro. Bayly citou o jornalista Emmanuel Rincón, que destacou que Maduro sempre viu Manágua como sua primeira opção de fuga em caso de intervenção militar americana. A situação é agravada pela restrição de voos diretos para Caracas a partir de aeroportos próximos, como Curaçao e Aruba, que estão sendo avaliados como possíveis bases para operações militares.
Trinidad e Tobago também se ofereceu para colaborar com uma possível ação militar dos Estados Unidos, aumentando a pressão sobre o regime de Maduro. A situação continua a evoluir, com o governo venezuelano se preparando para enfrentar as consequências de uma possível intervenção externa.
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