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Seguranças agredem adolescente que tentava ajudar amigo diabético em festa na Argentina

Seguranças indiciados por agredir adolescente em festa aguardam desdobramentos da investigação após versão contraditória sobre o ataque

Seguranças de festa de 15 anos na Argentina dão socos e pontapés em adolescente (Foto: Reprodução/X)
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  • Dois seguranças de uma festa em Mendoza foram indiciados por agredir um adolescente.
  • O incidente ocorreu durante uma festa de 15 anos no Desert Gala, em Luján de Cuyo.
  • A família do jovem denunciou o ataque, que foi registrado em vídeo.
  • Os seguranças foram acusados de ferimentos leves e liberados sob fiança de US$ 500.000.
  • O chefe de segurança apresentou uma versão diferente, alegando que o jovem estava agressivo.

Dois seguranças de uma festa em Mendoza foram indiciados por agredir Matías Brizuela, um adolescente de 16 anos. O incidente ocorreu entre a noite de sábado e a manhã de domingo, durante uma festa de 15 anos no Desert Gala, em Luján de Cuyo. A família do jovem denunciou o ataque, que foi registrado em vídeo por testemunhas.

Os seguranças foram acusados de ferimentos leves e liberados sob fiança de US$ 500.000. A Justiça tomou a decisão após analisar a gravação que mostra o momento em que Matías foi agredido com socos e chutes. A mãe do adolescente, Virginia Verdier, relatou que ele estava passando mal devido à hipoglicemia e foi atacado ao tentar pegar seu casaco em uma loja.

De acordo com a versão da família, Matías desmaiou após ser agredido e acordou com dores intensas. Ele foi levado para a Clínica Cuyo, onde recebeu atendimento e foi liberado algumas horas depois. O Corpo Médico Forense confirmou os ferimentos no rosto e no estômago do jovem.

Versões Divergentes

O chefe de segurança do evento, Lautaro Ambrosio, apresentou uma versão diferente dos fatos. Ele alegou que Matías estava agressivo e tentou entrar na festa de forma clandestina. Segundo Ambrosio, as ações dos seguranças foram justificadas, afirmando que “quando um segurança recebe socos, o mínimo que podem fazer é subjugar o garoto”.

A situação gerou repercussão na comunidade local, com a família de Matías exigindo justiça e responsabilização pelos atos dos seguranças. A investigação continua, enquanto os indiciados aguardam o desdobramento do caso.

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