- O Supremo Tribunal Federal (STF) aumentou a segurança para o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, que ocorrerá de 2 a 12 de setembro.
- A decisão foi tomada em meio a crescentes tensões, especialmente após a invasão do STF em 8 de janeiro de 2023.
- O número de agentes de segurança foi ampliado e haverá articulação com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.
- A Praça dos Três Poderes terá acesso restrito durante o feriado de 7 de setembro, data com histórico de manifestações bolsonaristas.
- O STF contará com a presença de 30 policiais de tribunais de todo o Brasil até 29 de setembro, e as varreduras nas residências dos ministros continuarão.
O Supremo Tribunal Federal (STF) intensificou as medidas de segurança para o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus envolvidos em uma tentativa de golpe de Estado. O processo terá início no dia 2 de setembro e pode se estender até 12 de setembro. A decisão de reforçar a segurança ocorre em um contexto de crescente tensão, especialmente após a invasão da sede do STF em 8 de janeiro de 2023.
Para garantir a segurança, o STF aumentou o número de agentes e equipes que atuarão na proteção do tribunal e na cidade de Brasília. A articulação com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal foi intensificada, visando coordenar ações de monitoramento e adaptação das estratégias de segurança. As grades ao redor do STF permanecerão, e o acesso à Praça dos Três Poderes será restrito durante o feriado de 7 de setembro, uma data historicamente marcada por manifestações bolsonaristas.
Medidas de Segurança
O STF contará com a presença de 30 policiais de tribunais de todo o Brasil, que estarão no local até 29 de setembro. As varreduras nas residências dos ministros continuarão, mesmo em períodos sem julgamentos significativos. O tribunal avalia que a combinação do julgamento com as possíveis manifestações de apoiadores de Bolsonaro exige vigilância redobrada.
Além das medidas internas, o STF destacou a importância da articulação com a Secretaria de Segurança Pública do DF para definir as ações a serem adotadas. O planejamento inclui a atualização constante das análises de risco, permitindo que o tribunal adapte suas estratégias conforme a evolução do cenário. A segurança já era uma preocupação constante, mas aumentou após incidentes como a explosão de um homem em frente ao Supremo em novembro do ano passado.
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