- O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, do Partido Novo, lançou um documento programático intitulado “O Brasil Primeiro”.
- O texto critica o modelo político atual e promete combater as “castas” que se beneficiam do Estado.
- Durante o lançamento em São Paulo, Zema fez referência ao argentino Javier Milei e criticou o governo Lula e o Supremo Tribunal Federal (STF).
- O documento aponta que a gestão atual prejudica as relações do Brasil com os Estados Unidos e defende uma reaproximação com o país.
- Zema busca apresentar uma alternativa ao eleitorado, com propostas de política mais transparente e menos elitista.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, do Partido Novo, lançou um documento programático que fundamenta sua candidatura à presidência. O texto, intitulado “O Brasil Primeiro”, critica o atual modelo político e econômico, prometendo combater as “castas” que, segundo Zema, se apropriaram do Estado em benefício próprio.
Durante o evento de lançamento da pré-campanha, em São Paulo, Zema fez referência ao argentino Javier Milei, que se destacou por sua proposta de cortes radicais de despesas. O documento do Novo afirma que o governo Lula e o STF são exemplos de uma elite que vive à custa do povo, gastando recursos públicos de forma irresponsável. “O Brasil retornou para sua herança maldita, em que as castas de privilegiados governam para si”, diz o texto.
Críticas ao Governo Atual
O partido critica a gestão atual, afirmando que a escalada autoritária das instituições, especialmente do STF, tem prejudicado as relações do Brasil com os Estados Unidos. O documento sugere que a conivência do governo do PT foi responsável pela aplicação de tarifas comerciais que afetam a economia brasileira. O Novo defende uma reaproximação com os EUA, considerado um parceiro comercial estratégico.
Zema também destaca a necessidade de transformar o PT em “peça de museu”, reforçando sua intenção de implementar mudanças significativas no país, assim como fez em Minas Gerais. O documento é resultado de entrevistas com mais de 120 especialistas e busca apresentar uma alternativa ao eleitorado, prometendo uma política mais transparente e menos elitista.
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