- O governo de Israel retirou a indicação de um novo embaixador para o Brasil, aumentando a crise diplomática entre os países.
- A decisão foi tomada após declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que comparou ações israelenses em Gaza ao Holocausto.
- Em fevereiro de 2024, Lula fez a comparação, o que gerou reações negativas em Tel Aviv, incluindo a convocação do embaixador brasileiro pelo ministro das Relações Exteriores de Israel.
- O Brasil também retirou seu embaixador em Israel e suspendeu sua participação na Aliança Internacional para a Memória do Holocausto em julho.
- Um ministro israelense classificou Lula como “antissemita declarado” e divulgou uma imagem do presidente brasileiro como um títere do Irã.
O governo de Israel decidiu retirar a indicação de um novo embaixador para o Brasil, intensificando a crise diplomática entre os dois países. A decisão ocorre após declarações polêmicas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que comparou as ações israelenses em Gaza ao Holocausto, citando Adolf Hitler.
A tensão começou em fevereiro de 2024, quando Lula fez a comparação, gerando reações negativas em Tel Aviv. O então ministro das Relações Exteriores de Israel convocou o embaixador brasileiro para uma reprimenda no Museu do Holocausto e declarou Lula “persona non grata” até que se desculpasse. Essa postura foi considerada uma quebra de protocolo diplomático.
A crise se agravou com a decisão do Brasil de retirar seu embaixador em Israel e a suspensão da participação do país na Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, em julho. A resposta de Tel Aviv foi a desistência do agrément para o novo embaixador, evidenciando a deterioração das relações bilaterais.
Além disso, um ministro israelense classificou Lula como “antissemita declarado” e divulgou uma imagem do presidente brasileiro como um títere do Irã. A situação atual reflete um ponto crítico nas relações entre Brasil e Israel, que historicamente foram marcadas por uma colaboração significativa.
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