- A Polícia Federal deflagrou a Operação Predatorius II nesta quarta-feira, investigando fraudes em precatórios judiciais no Distrito Federal e em São Paulo.
- Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva.
- A operação resultou no bloqueio judicial de R$ 57 milhões relacionados aos suspeitos.
- As investigações começaram após denúncia da Caixa Econômica Federal sobre tentativas de levantamento de um precatório de R$ 57 milhões com documentos falsificados.
- Os investigados podem ser acusados de estelionato qualificado, falsificação de documento público, falsidade ideológica, uso de documento falso e associação criminosa.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira, a Operação Predatorius II, visando investigar fraudes em precatórios judiciais no Distrito Federal e em São Paulo. A ação resultou no cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão, além de dois mandados de prisão preventiva. Também foi determinado o bloqueio judicial de R$ 57 milhões relacionados aos suspeitos.
As investigações começaram após uma denúncia da Caixa Econômica Federal, que alertou sobre tentativas de levantamento de um precatório de R$ 57 milhões com documentos falsificados. Em junho do ano passado, dois indivíduos foram presos em flagrante ao tentarem sacar o valor em uma agência na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O esquema criminoso utilizava procurações públicas falsas, permitindo que os fraudadores realizassem saques indevidos.
Desdobramentos da Operação
Os investigados podem enfrentar acusações de estelionato qualificado, falsificação de documento público, falsidade ideológica, uso de documento falso e associação criminosa. A PF destaca que a continuidade das investigações é essencial para desmantelar redes que exploram o sistema de precatórios e outros serviços financeiros.
Recentemente, a PF também atuou contra uma organização criminosa envolvida em empréstimos fraudulentos, que causou um prejuízo estimado de R$ 110 milhões ao sistema financeiro nacional. Essa organização utilizava 330 empresas de fachada e contava com a participação de funcionários de instituições financeiras. A Caixa Econômica Federal reafirmou seu compromisso em identificar fraudes e colaborar com as autoridades.
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