- O ex-presidente Jair Bolsonaro está sob monitoramento 24 horas, conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
- A medida foi adotada devido a um suposto risco de fuga, após a Polícia Federal (PF) encontrar uma carta em seu celular solicitando asilo político ao presidente da Argentina, Javier Milei.
- A segurança na residência de Bolsonaro, localizada em Brasília, foi reforçada com a presença de policiais penais controlando o acesso ao condomínio Solar de Brasília.
- O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) alertou a PF sobre o risco de fuga, e a Procuradoria-Geral da República (PGR) apoiou a vigilância.
- Bolsonaro e seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), foram indiciados pela PF por crimes de coação e abolição violenta ao Estado Democrático de Direito.
Um dia após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o monitoramento 24 horas do ex-presidente Jair Bolsonaro, a segurança em sua residência em Brasília foi intensificada. Policiais penais do Distrito Federal estão em frente ao condomínio Solar de Brasília, controlando o acesso ao local.
A medida foi motivada por um suposto risco de fuga de Bolsonaro, após a Polícia Federal (PF) descobrir uma carta em seu celular, na qual ele solicitava asilo político ao presidente da Argentina, Javier Milei. O documento, que foi atualizado pela última vez em fevereiro de 2024, sugere que o ex-mandatário estaria planejando deixar o país para evitar a aplicação de sanções legais.
Moraes justificou a vigilância, afirmando que as ações são “absolutamente necessárias e adequadas”. A decisão ocorreu após o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) informar à PF sobre o risco de fuga de Bolsonaro. A Procuradoria-Geral da República (PGR) também se manifestou a favor da vigilância.
Além disso, Bolsonaro e seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), foram indiciados pela PF por crimes de coação no curso do processo e abolição violenta ao Estado Democrático de Direito. As investigações envolvem tentativas de intensificar sanções internacionais contra o Brasil. A situação gerou críticas de familiares, incluindo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o filho Jair Renan.
Entre na conversa da comunidade