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Defesa faz apelo urgente para libertar mulher presa injustamente nos EUA

Kristal Rios Esquivel foi libertada após uma semana presa por erro burocrático, gerando críticas sobre falhas no sistema judicial

Defesa escreve apelo desesperado nos autos para libertar mulher presa injustamente nos EUA; entenda (Foto: Reprodução)
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  • Kristal Rios Esquivel foi presa no Zoológico Nacional em 20 de agosto, acusada de tentar acessar área restrita e agredir policiais.
  • Durante a detenção, ela supostamente cuspiu em um sargento e encostou na perna de outro agente.
  • Após audiência em 25 de agosto, onde o governo pediu sua libertação, Kristal permaneceu presa devido a um erro burocrático.
  • O juiz Zia Faruqui considerou a situação “desconcertante” e criticou a prisão ilegal, questionando a frequência de casos semelhantes.
  • Kristal foi libertada após intervenção do Departamento de Justiça, que corrigiu um registro duplicado no sistema de mandados.

Uma semana de prisão indevida foi a experiência de Kristal Rios Esquivel, de 30 anos, que foi detida no Zoológico Nacional em 20 de agosto. Ela foi acusada de tentar acessar uma área restrita e agredir policiais, ao supostamente cuspir em um sargento e encostar na perna de outro agente.

Após a audiência em 25 de agosto, onde o governo solicitou sua libertação, Kristal permaneceu presa devido a um erro burocrático. O juiz Zia Faruqui considerou “desconcertante” que a ré ainda estivesse detida, mesmo após a ordem de soltura. A defesa, em apelo desesperado, chegou a escrever nos autos: “SOCORRO!!!!”.

O advogado de Kristal alegou que a mulher continuava detida por um “alerta” no sistema de mandados, que indicava uma ordem de prisão ativa. No entanto, esse registro era duplicado, referente ao mesmo mandado já cumprido. Somente após a intervenção de um promotor do Departamento de Justiça, o erro foi corrigido, permitindo sua libertação.

O juiz criticou a situação, classificando-a como “prisão ilegal” e questionou a frequência de casos semelhantes. Ele enfatizou a necessidade de ações mais eficazes para garantir que ordens de soltura sejam cumpridas prontamente. Até o momento, nem o Departamento de Correções nem a Promotoria dos EUA em Washington se manifestaram sobre o caso.

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