- A operação Carbono Oculto, realizada pela Receita Federal em 28 de agosto de 2025, desmantelou um esquema do Primeiro Comando da Capital (PCC) na cadeia sucroenergética em Ribeirão Preto, São Paulo.
- Foram cumpridos 33 mandados de busca e apreensão em quatro cidades: Ribeirão Preto, Pontal, Jardinópolis e Barretos.
- O núcleo financeiro do esquema estava em Ribeirão Preto, onde foram executados 23 mandados. O grupo recebia dinheiro de distribuidoras e postos de combustíveis, que era investido em fundos e na compra de imóveis e empresas.
- O esquema controlava 1.600 caminhões para transporte de combustíveis e possuía seis fazendas avaliadas em R$ 31 milhões.
- A operação visa combater a infiltração do crime organizado em setores estratégicos da economia, como o sucroenergético.
A operação Carbono Oculto, deflagrada pela Receita Federal nesta quinta-feira (28), desmantelou um esquema criminoso do PCC (Primeiro Comando da Capital) que atuava na cadeia sucroenergética em Ribeirão Preto, São Paulo. A ação resultou em 33 mandados de busca e apreensão em quatro cidades da macrorregião, incluindo Ribeirão, Pontal, Jardinópolis e Barretos.
A Receita Federal identificou que o núcleo financeiro do esquema estava em Ribeirão Preto, onde foram cumpridos 23 mandados. As investigações revelaram que o grupo criminoso recebia dinheiro de distribuidoras e postos de combustíveis, que era então aplicado em fundos de investimento e na aquisição de imóveis e empresas. Além disso, quatro usinas foram compradas por esses fundos, enquanto outras duas estavam em processo de aquisição.
Ações em Diversas Cidades
Os mandados foram executados em 37 cidades paulistas, abrangendo tanto o litoral quanto o interior. Entre os alvos, destaca-se a usina do Grupo Virgolino de Oliveira em Ariranha. Os advogados do grupo afirmaram que a empresa não é alvo da investigação e que suas operações financeiras estão em conformidade com a legislação vigente.
A operação também revelou que o grupo criminoso controlava 1.600 caminhões utilizados para o transporte de combustíveis e possuía seis fazendas no interior paulista, avaliadas em R$ 31 milhões. As ações da Receita Federal visam combater a infiltração do crime organizado em setores estratégicos da economia, como o sucroenergético, que é vital para a região.
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