- O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter a prisão do ex-jogador Robinho, condenado a nove anos de prisão por estupro coletivo na Itália.
- O crime ocorreu em 2013, e a condenação foi confirmada em 2022.
- Desde março de 2024, Robinho cumpre pena em uma penitenciária em Tremembé, São Paulo, após a homologação da sentença pela Justiça brasileira.
- O julgamento do recurso da defesa foi encerrado em 29 de agosto de 2025, com seis votos a favor da manutenção da prisão e um contra, do ministro Gilmar Mendes.
- A defesa argumentou que a execução da pena deveria aguardar o esgotamento de todos os recursos legais, mas a maioria dos ministros reafirmou a validade da sentença italiana.
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira (28), manter a prisão do ex-jogador Robinho, condenado a nove anos de prisão por estupro coletivo na Itália. O crime ocorreu em 2013, e a condenação foi confirmada em 2022. Desde março de 2024, Robinho cumpre pena em uma penitenciária em Tremembé, São Paulo, após a homologação da sentença pela Justiça brasileira.
O julgamento do recurso da defesa foi encerrado nesta sexta-feira (29), com seis votos a favor da manutenção da prisão e um contra, proferido pelo ministro Gilmar Mendes. A defesa argumentou que a execução da pena deveria aguardar o esgotamento de todos os recursos legais. Mendes sustentou que a aplicação da Lei de Migração de 2017 não poderia ser retroativa, já que o crime foi cometido antes de sua promulgação.
Os ministros que votaram pela manutenção da prisão, incluindo Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, reafirmaram a validade da sentença italiana. O relator do caso, Fux, destacou que a defesa tenta reavaliar questões já decididas pelo STF. A decisão do tribunal representa um desdobramento significativo em um caso que gerou ampla repercussão na mídia e entre os torcedores.
Robinho, que nega as acusações, alega que a relação foi consensual. O caso envolve um episódio de violência sexual contra uma jovem albanesa em uma boate em Milão, onde a vítima foi embriagada e levada inconsciente para o camarim. A defesa do ex-atleta continua buscando alternativas legais para contestar a execução da pena no Brasil.
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